“Dedico esse livro aos que, como eu, carregam o peso de sentir demais. Que temem afundar em si mesmos. Que receiam não suportar o caminho, mas que caminham com o peito aberto, mesmo quando tudo sangra por dentro. E, que mesmo assim, não temem a escuridão. Porque já estiveram lá, continuaram. Tentaram. E ainda tentam.”