Ao atravessar a portaria e entrar na rua arborizada da minha casa, o farol do meu carro varreu a vizinhança sonolenta. Meu coração deu um salto quando notei um vulto metálico parado no acostamento, bem em frente à minha calçada. Por um breve segundo, uma onda de alívio me atingiu; pensei que meus pais tivessem desistido da praia por causa do tempo ou de algum imprevisto. Mas, conforme me aproximava, a silhueta do veículo tornou-se nítida e inconfundível.
Era o carro dele.
Estacionei logo atrás, minhas mãos tremendo levemente sobre o volante. Desliguei o motor e o silêncio da noite curitibana pareceu se fechar sobre mim, interrompido apenas pelo estalo do metal do carro esfriando. Respirei fundo, tentando organizar o caos dentro do meu peito antes de abrir a porta.
Lá estava ele. Diego não estava apenas esperando; ele estava postado exatamente em frente à minha porta, sob a luz amarelada da varanda que destacava sua expressão ansiosa. Sua postura era de alguém que não tinha pressa de ir embora, como se tivéssemos marcado um encontro crucial e eu fosse apenas a convidada atrasada que ele esperava pacientemente. O contraste entre o homem que eu vira há pouco no shopping, acompanhado e este que agora me encarava com uma urgência palpável no olhar, fez meu sangue ferver e gelar ao mesmo tempo.
Oii, estou divulgando passando por aqui rapidinho para divulgar o meu livro. Venha conhecer a história de Diego e Olívia e se apaixonar assim como eu também estou apaixonada por eles. Beijos de luz no coração de vocês.
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