Pequena degustação para vocês.
— Ela é engraçada. — ele comentou, olhando para Theodore. — Você tá escondendo uma coisa boa.
Theodore o encarou.
— Eu não estou escondendo nada, cara.
Draco entrou por último, e Daphne ficou na porta, observando com a mesma calma de sempre.
O loiro olhou para Amara com atenção, como se estivesse avaliando tecido caro.
— Você é nova.
Ela assentiu, meio óbvio.
— Bela observação.
Ele estreitou os olhos com o sarcasmo.
— E tem sobrenome?
Ela sorriu com doçura falsa, inclinando levemente a cabeça.
— Tenho dois, tá de bom tom para você?
Pansy arregalou os olhos.
— Dois? Chique.
— Amara Belladonna Ravencourt.
O nome caiu na cabine como uma moeda de ouro no chão, e foi Theodore que o anunciou.
Draco ficou imóvel.
Pansy parou de respirar por meio segundo.
Zabini ergueu as sobrancelhas com interesse genuíno.
Daphne piscou lentamente, como se confirmasse uma teoria.
— Ravencourt... — Draco repetiu, a voz baixa.
Amara sorriu.
— Sim.
Draco olhou para Theodore.
E então olhou para Amara de novo.
E falou, com a calma mais dramática do mundo:
— Que porra é essa?
Mas Pansy levou a mão ao peito, com os olhos arregalados.
— Não... não me diga... — ela sussurrou, chocada e animada. — É ela?