vanii_nolan_

          	Mais uma vez elevei meus olhos para as ruas movimentadas, o por do sol amarelo me lembrou em como ficava bem de amarelo nos jantares de vô, a árvore da casa do mesmo que mudava as cores conforme a estação, estavam amarelas quando decidi me pendurar em sua única gravata dada pela minha vó. 
          	
          	Os gritos do mesmo distante de meus ouvidos antes de fazer tal diversão, " Não se mate ", " Eu te amo ", " Você é importante para nós". 
          	
          	Os gritos escandalosos no dia a dia me faziam lembrar de que isso era mentira, quem ama cuida e não machuca, quem ama trás colorido para a vida e não somente amarelo em data específica. 
          	
          	Olhando para as ruas tive essa lembrança, casais se pegando em seus devidos mundos enquanto alguém ao seu lado se enforcava, a matéria pendurada mostrava a verdadeira realidade, o mesmo vento que acariciou o meu rosto jogava o mesmo de um lado para o outro.
          	
          	Os beijos eram intensificados enquanto o corpo ao lado morria, os carros passavam olhavam, tiravam fotos e saiam de volta, com certeza para colocar em suas redes sociais com algum tema em alta para própria visibilidade. 
          	
          	Enquanto o corpo ainda se balançava. 
          	
          	Juntos, aglomerados, distantes e egoístas.
          	
          	Escritor por, Nolan. 
          	
          	Que seu setembro não seja apenas amarelo, que Ibeji traga cores para todos aqueles que não decidiram encontrar a paz. 
          	
          	:)
          	

blublubluuuuuu

Olá!
          
          Espero que você esteja bem! Vim aqui para te convidar para ler minha fanfic!
          
          ❝Jeon Jungkook gostava da sua rotina. Estava no último ano do curso de Enfermagem e tinha a segurança de que seria efetivado no hospital onde estagiava após a formatura. Ele tinha controle sobre sua vida pessoal e isso o fazia se sentir seguro, principalmente depois de todos os acontecimentos de seu último relacionamento.
          
          Enquanto gostava de ser dominante sobre seus assuntos pessoais na vida real, havia um lado dele que amava se submeter em contextos bem específicos, e foi explorando esse aspecto de si mesmo que acabou adentrando o mundo paralelo do BDSM.
          
          Talvez o surgimento de Park Jimin em sua vida tenha sido uma bagunça com a qual Jungkook não soubesse lidar, mas Jimin com certeza sabia que poderia dominá-lo muito bem.❞
          
          Link: https://www.wattpad.com/story/347323303-látex-jikook

vanii_nolan_

          Mais uma vez elevei meus olhos para as ruas movimentadas, o por do sol amarelo me lembrou em como ficava bem de amarelo nos jantares de vô, a árvore da casa do mesmo que mudava as cores conforme a estação, estavam amarelas quando decidi me pendurar em sua única gravata dada pela minha vó. 
          
          Os gritos do mesmo distante de meus ouvidos antes de fazer tal diversão, " Não se mate ", " Eu te amo ", " Você é importante para nós". 
          
          Os gritos escandalosos no dia a dia me faziam lembrar de que isso era mentira, quem ama cuida e não machuca, quem ama trás colorido para a vida e não somente amarelo em data específica. 
          
          Olhando para as ruas tive essa lembrança, casais se pegando em seus devidos mundos enquanto alguém ao seu lado se enforcava, a matéria pendurada mostrava a verdadeira realidade, o mesmo vento que acariciou o meu rosto jogava o mesmo de um lado para o outro.
          
          Os beijos eram intensificados enquanto o corpo ao lado morria, os carros passavam olhavam, tiravam fotos e saiam de volta, com certeza para colocar em suas redes sociais com algum tema em alta para própria visibilidade. 
          
          Enquanto o corpo ainda se balançava. 
          
          Juntos, aglomerados, distantes e egoístas.
          
          Escritor por, Nolan. 
          
          Que seu setembro não seja apenas amarelo, que Ibeji traga cores para todos aqueles que não decidiram encontrar a paz. 
          
          :)
          

vanii_nolan_

Setembro amarelo. Entre, dores. 
          
          A cada degrau que chegava minha respiração ficava mais pesada, o caderno escorregando da mão, caindo junto com os lápis e canetas que carregava.
          
          Só de pensar no cansaço me dava vontade de desistir, literalmente, mas a paz que eu sabia que iria sentir gritava mais alto dentro de meu peito acelerado em batidas ritmadas como o samba do meio fio do outro lado da rua.
          
          Apenas mais um, mais um, mais um..
          
          Minha mente repetia isso diversas vezes, mais um degrau, apenas mais um e nunca acabava.
          
          13...14...15...16. 
          
          A porta aberta brutalmente do terraço me fez levar um susto que nunca me acostumaria.
          
          - Olá senhor 
          
          - Olá querida menina, veio encontrar a paz novamente? 
          
          - Impossível de se morrer duas vezes.
          
          O mais velho riu e logo saiu de meu caminho como se não existisse.
          
          A brisa fresca acariciou meu rosto de forma calorosamente fria, intensificando o rubor das minhas bochechas, a tarde que já não se estendia, pelo cansaço estava indo embora, assim como as pessoas de seus trabalhos. 
          
          Juntos, aglomerados, distantes e frustrados. 
          
          Meus passos agora calmos se aproximaram da beirada do prédio, era libertador a paz que aquilo transmitia, aos poucos como se minha matéria fosse se desfazendo me sentei e um suspiro longo saiu de minha garganta. 
          
          O caderno aberto, folhas amassadas e diversos lápis ao meu lado transmitiam minha frustração, realmente não estava para o lápis hoje mas precisava colocar para fora o que sentia. 
          
          Parte 2