II

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Passo a adaga pelo seu tórax deixando um corte excepcionalmente grande, fazendo com que o grito alheio ecoe pela sala

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Passo a adaga pelo seu tórax deixando um corte excepcionalmente grande, fazendo com que o grito alheio ecoe pela sala.

Junto seus lábios deixando seu próprio sangue sujar seu rosto e pego uma linha que se assemelha a uma linda de lã pela grossura, já com a agulha costuro seus lábios sem me importar com as lágrimas grossas que desciam pelo seu rosto.

As facas em suas coxas o impedem de move-las sem lhe causar uma dor excruciante, sorri malicioso ao ver o quão lindo ele ficava com os olhos vermelhos e lábios costurados.

Arrumo as unhas metálicas que cobrem todo o meu dedo, encaro seu peito moreno completamente intacto com um sorriso diabólico. Ele está praticamente implorando para ser tocado, para que eu o machuque.

Arrasto minhas unhas pela pele negra, a rasgando completamente. O grito não foi impedido nem pelas costuras em seus lábios, pois elas foram soltas rasgando seus lábios por inteiro.

Ouço alguém adentrar a sala e me virei vendo Axel e Thyia me olhando como se a qualquer momento fossem enfiar uma bala na minha cabeça. Reviro os olhos e pego uma arma, atirando na cabeça do homem que aparentemente morreu no mesmo segundo.

— Oi queridos — murmuro e vou até eles dando um selinho nos dois.

Axel sorriu de canto e Thyia fez uma falsa careta,  sinto um tapa em meu rosto e suspiro.

— Pau no cú do caralho, tú tem que se acalmar um pouco com as torturas, assassinatos etc. Se não estaremos ferrados — reviro os olhos e troco de luvas, para uma de borracha começando a limpar o corpo.

Retiro as linhas dos seus lábios e limpo seu peito superficialmente, abro-o e retiro seu coração, o colocando em uma caixa preta.

— Se quiser um pau no seu cú é só falar Axel — murmuro em tom malicioso e pego um esqueiro, jogo gasolina no corpo e o deixo queimar. — Quanto as torturas, só tenho que parar de assassinar em massa.

Cruzo os braços e sinto o olhar dos dois sobre mim, somos amigos e são as únicas pessoas em quem eu confio. E temos um tipo de relacionamento aberto, nos pegamos mas  podemos pegar outras pessoas.

— Ok, isso é suficiente por enquanto — ele diz e passa os braços pelos meus ombros, sinto o cheiro estranho que sei que não é dele e me afasto.

— Só chegue perto de mim, quando tirar esse perfume barato baby. Sabe que não gosto do cheiro que não sejam seus, em qualquer um dos dois — digo e retiro as luvas, jogando no lixo e vou até Thyia que apenas nos olhava.

Beijo seus lábios brutalmente e a sinto segurar meu quadril com força, juntando ainda mais nossos corpos. Eles podem pegar outras pessoas a vontade, mas que não fiquem comigo estando com o cheiro de outras pessoas.

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