Prom Night

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Manuela.

– Vamos logo, Ju, estamos atrasadas! – apressei, iriamos para nossa festa de formatura que iria ser daqui uma hora, e até o momento nenhuma de nós estávamos nem na metade de estar prontas.

– Você quer mesmo ir? Quer dizer, é só um monte de jovens adultos comemorando do jeito mais patético... Poderiamos fazer algo mais interessante. – sugeriu dando um pequeno sorriso atrevido.

– Tipo o quê?

Ela deu de ombros, e ajeitou a alça do sutiã que tinha escorregado por seu ombro, tão sexy. Mordi meu lábio inferior, talvez não seja uma má ideia.

– Tipo nós duas, eu sendo uma garota malvada, e você me punindo... – o vão entre minhas pernas começou a formigar, de qualquer forma não iriamos chegar na hora da formatura, e eu nem me importava mais com isso.

Ela me olhava através do espelho, enquanto retocava o batom vermelho que realçada sua pele alva, em minha mente só conseguia imaginar mil e uma formas de deixar sua pele vermelha como seus lábios estavam agora.

Levantei da cama, depois de colocar a meia calça arrastão, talvez nao chegassemos a tempo da formatura, mas talvez aparecessemos na festa. Andei até ela, que estava só de lamgerie de renda preta. Que visão do paraíso. Assim que cheguei próximo de si, delicadamente passei seus longos cabelos negros por cima deseu ombro, me dando a visão de seu pescoço perfeitamente branco, que em breve estaria cheio de marcas deixadas pela minha boca. Dei um beijo estalado bem ali, sentido o perfume adocicado que Julia usava, aquele cheiro que me inebriava e me deixava tonta de tanto desejo.

– Ou quem sabe, você não prefira ir ver todas aquelas pessoas, e ouvir um discurso chato e entendiante sobre a vida. – Falou se afastando, indo até o cabide onde seu vestido estava pendurado. Olhei para ela, chocada. Ela comecou a vestir o vestido de seda vermelho.

– O quê você pensa que está fazendo? Eu não me lembro de ter falado que iriamos a lugar nenhum – olhei para ela, esperando sua proxima ação, ela não acha que vai me fazer pensar em todas as possibilidades de puni-la e depois fingir que nada aconteceu. E se acha, terei o prazer de te mostrar quem está no controle.

– Mas avisamos as meninas que estariamos lá... Seria mancada marcar e não aparecer, acho melhor irmos.

– Você não tem que achar nada, apenas tenha a certeza de que irei te comer bem na frente da merda desse espelho. Agora. – falei firme, um pequeno sorriso quis surgir em seu rosto, e percebi que ela já esperava por isso. Safada.

Sorri para ela, esperando ela se despir, e assim ela fez, o vestido deslizando por sua pele, e finalmente caindo no chão. Ela sorriu tímida, típico, adorava provocar, mas na hora ficava envergonhada, até eu fazer ela gemer até os vizinhos acordarem.

Sinalizei com o dedo indicador para ela se aproximar, ela desfilou lentamente até chegar à mim. Segurei em sua cintura, fazendo carinho ali com as pontas dos dedos, a girando, fazendo ela ficar de costas para mim, tirei seu sutiã sem dificuldades, deixando seus deliciosos seios expostos. Molhei meus lábios com a ponta da língua. Sorrindo com a imagem dela no reflexo do espelho, ela sorria, olhando para mim através do mesmo.

Dei alguns passos para trás, indo até nosso "closet" que ao invés de roupas, guardavamos alguns brinquedinhos. Peguei uma algema, junto com um chicotinho de couro, e um plug verde escuro. Voltei até ela, que me esperava com expectativa e excitação em seu olhar através do espelho que ocupava a parede toda.

– Você está presa. – sussurrei próximo de seu ouvido, enquanto prendia suas mãos atrás de suas costas, suas respiração ficou mais rápida, como se estivesse a cada segundo mais anciosa pelo que vinha a seguir. – Se ajoelhe – mandei, olhando ela pelo espelho. – AGORA. – falei alto, suas pernas tremeram, mas ela obedeceu prontamente.

Agarrei seus cabelos, fazendo um rabo de cavalo, empurrei sua cabeça, fazendo ela apoiar seu queixo no chão, nos olhando no espelho. Sua bunda estava perfeitamente empinada, me dando mais uma visão do céu. Se eu morresse nesse momento, eu passaria o resto dos tempos contente relembrando desse exato momento, onde ela estava totalmente entregue a mim.

– Tão linda... – comentei, ainda admirando aquela cena. – Mas você foi muito perversa, e agora terei que te punir. – Falei, lhe mostrando o chicote, seus olhos castanhos ficarem dilatados, e negros de pura luxúria.

No segundo seguinte acertei sua bunda com o chicote, deixando a marca levemente avermelhada. Hm.. Isso é viciante. Acertei mais uma vez, ouvindo seu gemido manhoso. Acertei mais uma, duas, três, quatro vezes, seus gemidos manhosos e arrastados percorriam por todo o ambiente, me deixando louca.

Depositei beijos por suas costas, até o cós de sua calcinha, desdendo a mesma lentamente, deixando a mesma pressa na metade de suas coxas alvas. Chupei dois dedos meus, deixando-os bem molhados, levando-os até a entrada bem molhada e apertada de Julia. Penetrando-a com um pouco de dificuldade, Ju gemeu alto, jogando a cabeça para trás, sorri com isso, tirando meus de dentro dela.

Levatei, tirando a meia calça que usava, juntamente com minha calcinha ja melecada, peguei o plug, me ajoelhei na frente de Julia, deixando que ela chupasse bem o plug. Após ficar bem lubrificado, dei um beijo em seus lábios, colocando o plug em minha intimidade, soltei um gemido baixinho.

Voltei a levantar, ficando atrás novamente de Ju, beijando a parte interior de suas coxas.

– Você queria ser punida, certo? – Perguntei, olhando seu reflexo, ela assentiu com a cabeça rapidamente.

– Eu quero ser punida.  – Falou, sem ao menos piscar, sorri com isso. Pegando novamente o chicote, chicoteando sua bela bunda repetidas vezes.

Seu quadril, antes claro e alvo, agora estava rubro e inchado, lindo, aproximei meu rosto de sua vagina, chupando-a com toda a vontade que alguém poderia ter. Julia gemia alto, me fazendo ter cada vez mais certeza de que estava indo bem. Continuei chupando ela, penetrei sua entrada com dois dedos, seus gemidos ficando cada vez mais altos, isso era música pra meus ouvidos.

Penetrava ela cada vez mais rápido e mais fundo, seus gemidos ficando cada vez mais e mais altos. Pareciam gritos roucos. Tudo em minha volta não existia mais, apenas Julia gemendo desesperadamente alto.

Com minha mão livre peguei o cabo do chicote de couro, enfiando junto com meus dedos e língua. Julia não aguentou muito mais tempo, chegando  seu ápice, gozando em minha língua, me lambuzando com seu suco doce.

Sentei no chão, enroscando nossas pernas, tirei o plug de dentro de mim, que saiu com facilidade. Comecei a enfregar nossas intimidades, causando uma delicisa fricção, começamos a gemer em sincronia, revirei os olhos. As sensações que sentia, seus gemidos, nossos gemidos. Tudo era tão bom. Muito bom.

Julia chegou ao seu orgasmo pela segunda vez junto comigo. Ficamos ali, com as pernas enroscadas umas nas outras. Me recomus, levantando e ajudando Ju a levantar também, soltei as alguemas de seus pulsos.

– Agora vamos continuar a se arrumar, temos uma festa para ir, amor. – Falei entregando a ela seu sutiã, beijando-a em seguida. Um beijo com o gosto dela, e tão apaixonado quanto eu estava. – Te amo.

– Eu também te amo, bebê. – falou, depositando um selinho em meus lábios, e enfim continuamos a se arrumar como se nada demais tivesse acontecido.

No final, Julia passou a noite toda em pé por que sua bunda estava dolorida demais para sentar. Acho que ela aprendeu a nunca mais me provocar e depois tentar fugir de mim.

Cap inspirado em Maju.

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⏰ Última atualização: Apr 27, 2022 ⏰

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