Capítulo 3

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      As 07:19 em uma quinta, no 19 de novembro.


Sinto  uma solidão no meu peito 

Minha alma entristecendo

A aura ir sumindo

Em noção de minutos 

Você sente um vazio 

Tão profundo quando seus olhos 

 Vazio insaciável, 

como a solidão 

Que se congela 

Para as nossas emoções 

Sumindo 

No centro de tanta frustração 


Emoções impactantes 

Já inexistentes 

Congelamos

  Paramos no tempo 

Em pleno ano

Presenciamos,

''prisão ou revolução''?

O mundo gritando

''Para,'' nós paramos 

Pessoas angustiadas 

Circulo de gelo, nós prendemos 

Parados no nada 



Todos nascem 

Mas nem todos vivem

..

Porque nós no destruirmos

Sempre antes, do verdadeiro viver vir


Paramos 

Continuando apenas no viver rotineiro 

Com o coração a parar,

mesmo novo

Aperto

Chagada da solidão 

Aura já inexistente 

Desanimo tão frequente 

Será infelicidade?!

Paz exterior jamais 

Um estranho para se 


O  mundo nós devasta 

''PARA''

Natureza grita 

O vazio já não tão inexplicável 

Vida a seguir

Indo tão rotineira 

Somos jovens tão frios 

Rápido ao esfriar 

Já poucos sentimentos a mostrar 

Solidão o que acha?  

Poetisa do viverOnde histórias criam vida. Descubra agora