As 07:19 em uma quinta, no 19 de novembro.
Sinto uma solidão no meu peito
Minha alma entristecendo
A aura ir sumindo
Em noção de minutos
Você sente um vazio
Tão profundo quando seus olhos
Vazio insaciável,
como a solidão
Que se congela
Para as nossas emoções
Sumindo
No centro de tanta frustração
Emoções impactantes
Já inexistentes
Congelamos
Paramos no tempo
Em pleno ano
Presenciamos,
''prisão ou revolução''?
O mundo gritando
''Para,'' nós paramos
Pessoas angustiadas
Circulo de gelo, nós prendemos
Parados no nada
Todos nascem
Mas nem todos vivem
..
Porque nós no destruirmos
Sempre antes, do verdadeiro viver vir
Paramos
Continuando apenas no viver rotineiro
Com o coração a parar,
mesmo novo
Aperto
Chagada da solidão
Aura já inexistente
Desanimo tão frequente
Será infelicidade?!
Paz exterior jamais
Um estranho para se
O mundo nós devasta
''PARA''
Natureza grita
O vazio já não tão inexplicável
Vida a seguir
Indo tão rotineira
Somos jovens tão frios
Rápido ao esfriar
Já poucos sentimentos a mostrar
Solidão o que acha?
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Poetisa do viver
Poetryprocesso do apenas pensar ouse se aventurar viver rever e pensar .. Aqui estarão rascunhos a desvendar
