Sempre viveu só...
Procurava em tudo companhia,
mas tudo o que tocava morria
Uma maldição que carrega desde que tudo existe
Com este fardo desejava apenas
Morrer...
Que ironia, a morte da morte.
Afogado no seu desespero
Viu-a! Viu nela tudo o que queria e
Sendo essa união impossível
À amou, à protegeu de tudo e todos.
Teve sua companhia,
Mas desolante era à ver todos os dias e não à poder tocar
Ou sequer abraçar
Quão desolante era ver a dor da morte
E a mansidão da vida dizendo que tudo se resolveria mesmo sabendo que...
Isso jamais aconteceria.
