quickie +16

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O ar sumiu dos meus pulmões, como acontece todas as vezes quando ele chega perigosamente perto de mim. Enquanto Eren me encarava, eu não conseguia pensar em nada que não envolvesse a sua boca em um lugar muito específico.

Eu não conseguia falar, parecia que o meu vocabulário tinha sido reduzido a suspiros, e eu não gostei nadinha disso. Até agora, eu tentava entender como ele me provoca essas sensações apenas com um olhar, mas nunca realmente consegui.

Ele parecia sentir o quanto eu queria aquilo, já que ele ousou chegar ainda mais perto. Se eu não fosse significantemente mais baixa que ele, eu tenho certeza que nossas bocas estariam se tocando mesmo.

- Eu disse que aquela seria a última vez. - murmuro, juntando forças para me afastar. Porém, seus dedos seguram o meu antebraço, me impedindo de escapar dessa vez.

- Eu não vou fazer nada que você não queira que eu faça. - ele sussurra, com a voz incrivelmente rouca.

Por um erro de cálculo, levo meus olhos aos dele, notando um brilho diferente em suas orbes verdes, deixando-o ainda mais atraente. Eu realmente espero que o meu comportamento dos últimos dias seja por causa da chegada daquele período do mês, porque se não for, é melhor eu começar a procurar uma casa pra morar.

- que você diz? - ele insiste, com uma pontada de esperança na sua voz.

Talvez essa possa ser a despedida, certo?

Jogando fora a última pontada de dignidade que eu ainda tinha, eu suspiro.

- Não podemos demorar o Armin pode chegar a qualquer momento!

Foi como se eu tivesse dado um chocolate à uma criança.

Rapidamente, ele encontrou o caminho até a minha boca. Ele me beijava com urgência, mas eu não reclamei. Sua mão direita entornou o interior da minha coxa, enquanto a esquerda me sustentava sentada na banqueta sem apoio.

Não demorou muito até que eu estivesse deitada sobre o mármore, como ele havia dito antes. Ele me analisava com um sorriso no rosto, como se estivesse prestes a comer algo que sempre quis - e talvez seja isso mesmo. Meu corpo todo teve um choque térmico quando, enquanto eu ainda repudiava o mármore gelado, o seu hálito quente entrou em contato com a minha virilha.

Seu polegar pressionou o meu clitóris com precisão, enquanto ele beijava o meu ventre de forma lenta e torturante. Eu não via problema em gemer como uma cadela naquele momento.

Quase urrei em surpresa quando, agora, sua língua tomou o lugar de seus dedos, me agraciando com a temperatura; eu já não sentia o mármore frio nas minhas costas, já que eu não conseguia parar de arqueá-las, tentando, de alguma forma, externar o que estava sentindo.

Quando um choque me atingiu por completo, minha mão bateu na minha tigela de cereal não acabada, derrubando-a no chão e espelhando tudo pelo chão.

Soltei um gritinho histérico quando senti o orgasmo começar a me atingir, mas tão rápido quanto a sensação veio, ela se foi.

- Ainda não. - ele sorriu de modo perverso, apertando minhas coxas.

E então eu lembrei do que Sasha disse ontem.

- Camisinha!. - separei nossos corpos; ele estava confuso. - Agora, Eren!

Ainda confuso, ele saiu da cozinha como um furacão e voltou tão rápido quanto saiu, com um pacotinho de camisinha entre os dedos e um sorrisinho presunçoso nos lábios.

- Se disser um a eu te largo aqui de pau duro sozinho. - ele ri, levantando as mãos em rendição.

Logo, a mesma bolha de tensão sexual nos rondou; não durou muito tempo, já que o tesão mútuo foi o responsável por quebrá-la. Eren me puxou mais para a ponta da ilha, que era na altura de seu quadril.

A imagem dele abrindo o plástico da camisinha com os dentes foi a coisa mais sexy que eu já presenciei, e eu duvido que, algum dia, ela deixaria a minha mente.

A sua boca abriu em um perfeito O quando ele me invadiu sem aviso prévio e, assim como antes, eu quase rugi em surpresa e satisfação.

Eu procurava apoio em qualquer lugar com ambas as mãos, mas isso só serviu para que eu derrubasse algumas louças de acrílico no chão, bagunçando ainda mais o ambiente. Fui mais desestabilizada ainda quando Eren abraça minhas pernas, colocando as duas no seu ombro esquerdo. Novamente, suas expressões eram de prazer vendo o estado que me encontrava naquele momento.

Diferente das últimas vezes - apenas duas, mas que pareceram muitas na minha mente -, ele não expressava nada em palavras, apenas em suas feições de prazer e suspiros fortes.

— Aí porra, não para. - junto forças para dizer, finalmente alcançando as bordas da ilha e as apertando como se a minha vida dependesse disso.

E então eu me desfiz abaixo dele. Eren, por outro lado, continuou com seus movimentos, apesar do meu momento sensível, e aparentemente também atingiu o seu ápice, poucos minutos depois que eu.

E eu estava completamente enganada quando achei que acabaria ali.

Cuidadosamente, Eren me ajudou a sentar sobre a ilha e, depois, me ajudou a descer. Ele me beijou com ternura, ternura essa que não demorou em sumir quando ambos sentimos o clima de novo. Agora, eu estava com metade do vestido levantado, sem roupa nenhuma da cintura para baixo, e com o busto apoiado no mármore.

Seus dedos encontraram o meu cabelo embaraçado; os dois se engancharam e Eren o puxou, aproveitando o momento para me invadir novamente. Dessa vez, as coisas estavam ainda mais selvagens.

Eu agarrava a borda da ilha, não só para descontar tudo nela, mas sim para que eu não perdesse o equilíbrio e caísse - embora eu acredite que Eren tinha tudo sob controle.

Eu agarrava a borda da ilha, não só para descontar tudo nela, mas sim para que eu não perdesse o equilíbrio e caísse - embora eu acredite que Eren tinha tudo sob controle.

Não demorou muito para que as minhas pernas tremessem novamente, mas ele estava lá, intacto e determinado. E então, com um suspiro profundo e longo, ele se desfez, retardando os movimentos até parar por completo.

- Isso foi... - ele deixa no ar, ofegante.

- Estúpido. Muito estúpido. - completo, passando as mãos pelo rosto.

- Estupidamente bom, porém.

Eu realmente preciso dizer que estávamos longe de acabar?

Nem mesmo a ardência nas minhas duas nádegas, ou a dor no meu couro cabeludo foram suficientes para que eu me desse por satisfeita. Apenas quando o relógio bateu dez e meia - e eu sabia que Armin chegaria a qualquer momento -, nós acabamos.

Minhas pernas estavam mais trêmulas do que nunca, mas não me envergonhei quando ele me pegou no colo e, depois, me deu um banho como se eu fosse tão delicada como uma boneca de porcelana. Não vou negar que achei fofo.

Agora, nós três estávamos parados em frente a cozinha. Eren, Armin e eu. Eren estava levemente envergonhado, eu, por outro lado, segurava ao máximo uma risada nervosa, enquanto Armin apenas encarava a bagunça.

E então, chegando a um veredito, ele finalmente disse algo.

- Eu nunca mais vou comer nessa cozinha.

- Eu nunca mais vou comer nessa cozinha

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eu já disse q n sei fazer hot, né?

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⏰ Última atualização: Jan 13, 2022 ⏰

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