POV: Michael
Daniel: Cala de uma vez por todas essa coisa! - Ele remunga. Uma das únicas coisas que tem feito desde que temos a bebê.
Coraline: Tu és capaz de te calcares uma vez na vida?
Estou tão farto de os ouvir, acho que a bebê faz menos barulho que eles os dois juntos.
Eu(Michael): Cora, o que é que ela tem?
Coraline: Ela precisa de descansar mas como estamos em movimento não a estou a conseguir adormecer.
Daniel: E por causa dela já atraimos 5 infetados!
Eu: Calem-se de uma vez! - Gritei.
Eles olharam para mim e até a bebê se calou.
Daniel: Não era preciso gritar. - Ele diz com a cabeça baixa.
Coraline: Concordo com o Dani. Não há motivo para teres gritado.
Olhei para eles com um olhar ameaçador.
Eu: Não é preciso gritar? Vocês é que estavam a gritar! - Eles olharam para mim, mas eu acabei por me rir e eles levaram o que disse na brincadeira.
Continuámos a andar sempre em frente.
Será que os outros estão bem?
***
Daniel: Ei! Estas a ver aquilo? - Ele diz apontando para um lugar de terreno liso, mas as árvores inposibilitavam de ver o que ele dizia.
Eu: Não estou a ver nada de nada.
Daniel: Abre os olhos. Esta ali uma coisa a brilhar.
Ele começa a correr e eu vou atrás dele deixando a Cora para trás.
Daniel: É uma prisão...
Olho atentamente para todos os locais da mesma, analisando cada detalhe.
Daniel: Achas que está habitada?
Eu: Não vejo nenhum infetado, o provável é que tenha alguém lá dentro que limpou tudo.
Daniel: Se nós formos para lá achas que nos vão aceitar?
Eu: Se forem pessoas desconfiadas é provável que não nos aceitem.
Coraline: Ei, o que se passa...? - Ela baixa o tom de voz quando vê a prisão. - Arriscamos?
Eu: A vida é feita de riscos, certo? Vale a pena tentar.
Andamos até ao portão passando despercebidos pelos infetados que estavam a tentar arrombar uma parte da rede.
Eu: É melhor esconderes a bebê, não sabemos se eles são perigosos.
Cora assentiu e tapou a Anaïs com uma manta.
xxx1: Quem são vocês? - Ouvimos uma voz masculina e tentámos encontrar o dono da mesma.
Coraline: Não somos inimigos, apenas precisamos de um sítio para ficar.
xxx1: Ok. Quando os portões se abrirem entrem e não se mexam.
Olhei para cima e havia duas torres. Numa delas estava um homem com uma sniper na mão a apontar para nós, devia ser ele o dono da voz e na outra estava uma mulher de cabelo curto, também, a apontar uma arma para nós.
Os portões abriram-se e nós entramos, obdecendo ao que o homem nos disse.
Outro homem, de olhos azuis e cabelo castanho apareceu.
Juntamente com um rapaz que devia ter a nossa idade, um homem mais velho que ele e uma rapariga loira.
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Apocalipse - Inferno na Terra (Parada E Terminada)
RandomEstavam todos nos seus trabalhos, escolas, vidas, tudo normal até que a lei da vida decide mudar de sentido. Agora mortos andam pela Terra comendo os vivos, em quanto que os vivos tentam sobreviver, fugindo de algo que já foram humanos. Esta é a nos...
