Irresistível e Mandona

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Alexandre●•

Eu tentei não trata-la como todas, mas eu sou homem e essa mulher é muito sexy, meu corpo pedia para afundar naquela carne estreita e crua. Eu já tinha me tocado na noite passada por causa dela e de manhã acabei fazendo o mesmo pensando nela, essa mulher precisava se queimar com o fogo que andava brincando.
Empurrei ela até a parede, passei a mão em sua calcinha e pude sentir como ela estava excitada.

- Safada, molhaste a calcinha, queres que eu tire ou vais tirar sozinha? - Mony abriu a boca mas não conseguiu dizer nada! - Vou considerar um "sim, tire a minha calcinha por favor".

Ela deu o sinal positivo e eu beijei-a suavemente mais uma vez e fui descendo até ficar ajoelhado, com a cara no lugar onde eu queria passar toda noite. Eu passei minhas mãos em suas coxas, levantando um pouco seu vestidinho rendado e expondo sua calcinha minúscula. Enterrei minha cara naquele lugar que já deixava solto seu cheiro de fêmea, passei a língua por cima da calcinha e pude apreciar aquela mulher gemer baixinho.

Tirei sua calcinha e me levantei, beijei-a enquanto com as minhas mãos eu procurava meios de poder tirar aquela última peça em seu corpo, e quando finalmente eu consegui, joguei o tecido no chão e observei aquela mulher nua que respirava pesadamente e tentava manter o controlo de si mesma.
Sorri satisfeito por mais uma vez tê-la nua e entregue a mim, dessa vez em meu escritório, era incrível e excitante ter aquela mulher ali, gostaria de desenha-la, mas naquele momento eu só conseguia pensar com a cabeça de baixo.

- Seu corpo sexy está constantemente em minha mente. E mal consigo me impedir de toma-la aqui, agora.

- Isso é tudo que eu quero nesse momento.

Ouvindo aquilo, eu não aguentei mais, carreguei Mony em meus braços e levei-a para meu quarto. Pousei-a em minha cama, me despi rapidamente, e fiquei por cima, gentilmente tomei seu mamilo em meus lábios para poder terminar o que eu havia começado. Enquanto uma das minhas mãos estava brincar com seu ponto fraco umedecido, Mony tentava se manter no controle, pois agarrava a roupa de cama, ofegava e murmurava palavras desconhecidas...
Era delicioso sentir meus dedos circularem em torno do exterior da sua intimidade e com delicadeza eu deixava-os entrarem e saírem daquela carne esfomeada.

- Preciso, de... você dentro, de mim. Agora. - Ela gemia baixinho e eu já não aguentava mais, então fui subindo, depositando beijos em todas partes que meus lábios passeavam...

- Além de irresistível, é mandona. -
Me posicionei para finalmente desfrutar daquela gruta estreita, fui colocando minha ereção devagar e nossa.... Aquela mulher parecia "Zero Quilômetro"! Eu não pude aguentar, gemi! Quando ela se acostumou e relaxou os músculos ao meu redor, eu pude desfrutar melhor o calor que ela produzia. Abri mais suas pernas para poder facilitar minha total entrada e já impaciente, escorreguei todo meu membro de uma só vez que a fez gritar de dor, mas depois mordeu seu lábio inferior limitando se ao pequenos suspiros.

- Encontrei minha buceta preferida!

Agarrei sua cintura e investi com mais força e rapidez. Não havia nada romântico naquele clima, nunca foi minha intenção, após perder o controle da situação, eu prometi aproveitar cada segundo desse momento.
Não demorou muito, Mony mordeu meu ombro, senti minha ereção sendo apertada e soube logo que aquela mulher estava chegando ao auge, chupei seu pescoço e investi mais nas estocadas, logo senti-a derramando em mim, e poucas investidas depois eu também cheguei.
Nossos corpos brilhavam com o suor, o quarto estava cheirando a sexo, aquilo me fazia querer mais e mais.

- Você é perfeita Mony, sério. - Mony se enterrou em meus braços, me parecia envergonhada. - Hey, não quero que penses que és como as outras, és especial e quero mostrar-te que posso te dar muitas coisas além dos orgasmos...

Estávamos deitados entrelaçados após fazer amor, ouvindo a mistura de vento passando pelas janelas e as cortinas dançando ao ritmo do mesmo. Eu estava prestes a abrir meu coração para aquela mulher, mas quando passei minha mão em seus cabelos, notei que ela tinha adormecido. Sério?! Parecia que ela tinha esgotado toda sua energia naquela noite (que pouca energia), mas até achei fofo.

- Acho que fiquei viciado, minha senhorita.

Eu sabia que ela não estava ouvindo, mas falei na mesma porque eu precisava tirar aquilo de dentro de mim. Eu queria levar uma vida boa e não ferir ninguém, principalmente ela.

Sr. FOXOnde histórias criam vida. Descubra agora