capítulo 6

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Continuação:

—  Eu já te contei que tenho um namorado, né?

— Já sim.

— Então, eu vou precisar de sua ajuda.

— Pra quê?

— Eu vou dormir com o Yoongi hoje. E preciso que  diga para o meu omma que estou com você. 

— Não vou fazer isso, eles vão descobrir. E como assim dormir? Não dá para mentir, sem minha mãe te ver lá no quarto comigo. 

— Para de ser bobo Taehyung, o “dormir” que eu falo não é dormir de sono e sim outra coisa.

— Eu não acredito Jimin ( coloca a mão na boca) você não é…

— Desde o ano passado. 

— Você não têm medo de ficar grávido, Jimin?

— Claro que não. Todo mês o meu omma me leva para tomar remédios, você sabe àqueles para evitar gravidez. 

— Então o tio já sabe?

— Uhum.

— Então, por que eu preciso mentir?

— O meu omma sabe, o problema é o meu pai, ele não sabe. Então para não arranjar problemas, meu omma não deixa mais eu ter relações sexuais com o meu namorado... bem, pelo menos é o que ele pensa. 

— Você é louco.

— Sou mesmo. E você?

— O quê que têm eu?

— Você é virgem?

— Claro!

— Ok ok, já namorou com alguma pessoa?

— Só uma vez, mas foi um namoro rápido de escola, os meus pais nem ficaram sabendo. 

— Mas os seus problemas acabaram, eu vou te apresentar a um amigo. O nome dele é Jhope! 

— Ele é bonito?

— Não sei. Quem tem que achar ele bonito é você. 

— Ele vai estar na praça também?

— Vai sim.

Na praça:

— Olha eles lá!

Os meninos estavam sentados em umas pedras que ficam na praça. 

— Oi meninos!

— Oi amor ( o beija)

— Jhope esse é o meu primo Taehyung, e Taehyung esse é o meu  amigo que também é amigo do meu namorado.

— Prazer em conhecê-lo. 

— O prazer é todo meu. 

Tudo correu bem. Eles nos pagaram sorvete, depois eu e Jimin tivemos que voltar para casa.

Em casa:

Quando cheguei em casa me deu vontade de ler um livro, fui para o jardim, procurei uma sombra e me sentei. Poucos minutos o filho fofo do Jungkook se aproximou de mim. Ele estava com trajes de banho. 

— Oi!  Vamos nadar comigo?

— Não vai dar,  pequeno, eu estou lendo um livro agora. 

— Ah, por favor. Eu não tenho nenhum amigo pra brincar.

— Você tem a mim agora. Mas eu não posso brincar na piscina com você. 

— Porquê ?

— Porque eu não posso, agora vá.

— Você é mau ( ele fez uma carinha de choro)

— Eu não sou mau... olha, vamos fazer assim, você vai até a sua mãe, e peça para ela…

— Okay!

Ele nem deixou eu terminar a minha fala e correu para o seu pai.

— Papai, papai!

— O quê foi meu pequeno? ( pega ele no colo) 

— O senhor deixa o Taehyung brincar comigo na piscina?

Jungkook olhou para mim. Eu não sabia onde enfiar minha cara de vergonha. 

— Claro filho. Vai chamar ele. 

— Ebaaa!

— Meu pai quer falar com você 

— Eu não quero ir. 

O menino ficava me puxando pelo braço até eu resolver ir. Me aproximei com o rosto ardendo de vergonha. 

— É… eu pedi para que ele chama-se o senhor para brincar. 

— Meu filho quer muito que você brinque com ele.

Aquela voz rouca e autoritária me fazia tremer, e olhando para baixo dele me dava uma sensação que não era pra sentir. 

— Eu não sei…

— Você não quer deixar uma criança triste, não é mesmo? O convite de uma criança vale ouro.

Depois de estranhamente ele insistir por um tempo eu aceitei, voltei para dentro de casa e vesti uma roupa de banho. Entrei na piscina, estranhamente sendo observado. 

— Olha! O papai entrou na piscina. 

Ele se aproximou aos poucos de mim e tocou nas minhas costas suavemente. Já sabia das segundas intenções dele, e ele já sabia que eu estava o querendo. Meu corpo começou a chamar o dele sem eu menos perceber.

— Você têm quantos anos?

— Vou fazer 17.

— Você é virgem Taehyung. 

— Sim… eu sou. 

Ele riu sem jeito — Sabe, eu não sou muito velho.

— Porquê está me dizendo isso?

— Seu cheiro está me atraindo. Você é muito jovem, acho que você nem sabe porquê está aumentando o seu cheiro. 

— Eu sei.

Jungkook chama a babá para levar Junseon para brincar em outro canto. 

— Eu vou esta no banheiro.

Banheiro:

— Eu não deveria ter o seguido até aqui. 

Ele se aproximou de mim segurando a minha cintura apertando suavemente. Seu rosto estava colado ao meu. 

— Eu posso te beijar?

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