Jungkook Povs
Apertava de segundo em segundo o volante do carro, eu estava muito puto com o que minha pequena tinha me falado. Como aquela cobra da Karen foi capaz de fazer ela isso com ela? Ela é tão frágil e forte ao mesmo tempo.
Karen: O que faz aqui? – me olhou dos pés a cabeça, entrei na casa sem permissão alguma – O que pensa que está fazendo? Saia daqui agora!
Olhei ao redor vendo a casa toda arrumada e bem organizada, certeza que foi a S/n que arrumou.
Jungkook: Como você pode ser tão baixa, tão suja ao ponto de ameaçar sua própria filha e ameaçar a mim também? – arregalou os olhos engulindo em seco.
A vadia!
Karen: Do-Do que está fa-falando? – gagueja, sorri com da cara de pau dela.
Jungkook: Vai se fazer de desentendida agora? Na hora de fazer suas ameaças falsas não gaguejou – respirou fundo.
Karen: O que a praga falou pra você? – tisc, ela acabou de se entregar.
Jungkook: A única praga aqui é você sua aproveitadora – me aproximei sério, ela foi se afastando para trás.
Cadê aquela marra toda?
Karen: Não estou blefando! – falou rápido – Eu tenho provas e posso te processar por abuso de menor! – coloquei a mão no queixo, ela estava confiante demais pro meu gosto.
Tem algo de errado, ela está tão nervosa.
Jungkook: Na minha opinião eu não acho que uma... Pessoa que se fez de boa só para depois se aproveitar a chantageando tem provas – cruzei os braços.
Karen: Do que está falando? Está insinuando que não tenho provas para provar? – concordei.
Jungkook: Estou e a propósito só pedi S/n em namoro quando ela fez exatos dezoito anos – o que não era mentira.
Karen: Vocês transaram quando ela ainda tinha 17 anos! – falou sorrindo vitoriosa.
Jungkook: E de fato é verdade mais esqueceu que estamos na Coréia? Aqui ela já tinha dezoito quando fizemos amor – seu sorriso murchou.
Karen: Não é possível – fechou os punhos.
Jungkook: Quero que venha comigo até a delegacia por que você cometeu um crime envolvendo S/n e minha pessoa – me virei indo até a porta, ela riu.
Karen: Não vou a lugar nenhum e você também não – sentir uma pancada forte na cabeça.
Ela havia quebrado um jarro de plantas na minha cabeça, merda não devia ter baixado minha guarda.
E tudo ficou escuro...
Jungkook off
S/n Povs
Fazia alguns minutos que Jeon tinha saído, eu me encontrava inquieta. Cheguei até a quase derrubar a bandeja com o pedido de um cliente, estava com um pressentimento ruim.
E só uma pessoa vinha na minha cabeça...
Jungkook.
S/n: Não estou me sentindo bem posso ir pra casa? – perguntei para a filha do meu chefe, o mesmo tinha se aposentado.
Ingrid: Claro S/n! – sorriu e forcei um sorriso saindo quase correndo dali.
Por sorte um táxi passava bem em frente ao estabelecimento, o chamei e dei o endereço da casa de Karen mandando o mesmo pisar no freio.
Minutos depois
Joguei as notas de dinheiro pro homem e saí correndo do carro, o pressentimento tinha voltado. Bati na porta e ninguém abria, dei um chute na porta vendo ela se abrir e entrei na casa.
S/n: Jungkook! – corri até ele.
Jeon estava desacordado no chão, tinha um pouco de sangue saindo da nuca dele.
S/n: Amor – chorava desesperada, era minha culpa.
.... Eu não devia ter contado pra ele....
Peguei um paninho e pressionei sobre o pequeno corte.
Jungkook: Own.. – apertou os olhos grunhindo de dor.
S/n: Jungkook? – alisei o rosto dele, por favor esteja consciente.
Jungkook: Onde está Karen? – perguntou com dificuldade, olhei ao redor.
Nenhum sinal dela. Ela não estava mas aqui na casa.
S/n: não está aqui – limpei as gotinhas que saíam dos meus olhos.
Jeon pegou o celular digitando um número logo ligando para a pessoa, se sentou com um pouco de dificuldade e murmurando palavras que não entendi.
Jungkook: Alô! E o Jeon quero que feche todas as rodoviárias e aeroportos das cidades mais próximas – escutou do outro lado da linha – Karen Smith, mulher de 40 anos, loira e de 1,67cm por aí – me olhou – Tentativa de homicídio fora outros crimes! – encerrou a ligação.
O ajudei a levantar e o abracei forte, ele gemeu de dor.
S/n: Desculpa – ergui a camisa social preta dele vendo um roxo no abdômen, coloquei a mão na boca.
Estava muito feio!
Karen me paga!
Jungkook: Amor – desviei o olhar do abdômen o olhando atenta – parece que seu padrasto não agiu sozinho com a corrupção e... Ele tinha cúmplices! – segredou no meu ouvido, ele estava meio zonzo.
S/n: Tenho certeza que Karen está no meio disso! – sussurrei no ouvido dele.
Jungkook: Ela talvez seja “a laranja” - suspirei, não queria saber de mais nada a respeito daquela mulher.
S/n: Não me surpreende – o sentei no sofá – me espera – corri pra cozinha pegando o kit de primeiros socorros – Vai arder um pouco – passei o algodão já com álcool nos cortes que o vaso causou.
Se antes eu não gostava de Karen agora a odeio com todas as minhas forças.
Jungkook: Aí! – apertou minha coxa, mordi o lábio prendendo um gemido de dor.
S/n: Shii – beijei a bochecha dele – Está acabando – limpei tudinho com carinho e coloquei uns curativos.
Jungkook: Obrigada – respirou fundo.
S/n: Quando chegarmos em casa te faço uma massagem – sorriu mostrando os dentes.
Jungkook: Vou cobrar! – fechou os olhos.
...
Jungkook reclamou de dores de cabeça então o trouxe ao médico, ele reclamou muito mais veio na marra. Ele foi examinado e estava bem, só precisava tomar uns remédios e ficar de repouso.
Liguei para Dona Sônia e contei o ocorrido, ela ficou suspresa e espantada ao mesmo tempo. Falou que qualquer novidade que a contasse e era para eu me cuidar.
Estava agora na cama agarradinha no Jungkook que dormia, eu pensava onde Karen devia estar. Espero que não muito longe e que a peguem logo, Jeon se remexeu e o cobrir mais com a coberta quentinha.
Vi o celular dele tocar e ele se mexeu acordando pegando o celular e voltando se deitando em cima de mim.
Jungkook: Pegaram a Karen!
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Apaixonada por um delegado
Action____ uma garota que é despreza pela mãe e irmãs gêmeas mais velhas. Ninguém gostava da garota por saberem que ela não era fruto de um amor e sim de um estupro, todos que sabiam do incidente que aconteceu com a mãe da garota a olhavam com pena e nojo...
