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KAYLIE
PRESTE
Drip. Drip. Drip.
Eu esqueci de fechar a torneira? ou Está vindo de fora?
Abro a boca para chamar mamãe, Mas nenhum som sai. o gotejamento Continua aumentando em volume e Repetitividade até me irritar
Drip...drip, drip...drip. drip!
Gemendo, eu lentamente abro meus Olhos. eu não estou no meu quarto. Eu não estou em casa. ou em qualquer Lugar que eu reconheça. Paredes cinzas escuros me cercam de Todos os lados. até o solo estranho em Que estou deitada é escuro e duro. Minha cabeça está uma bagunça Enquanto eu lentamente examino Meus arredores. estou em uma sala Vazia, sem móveis à vista. também Não há janelas, e a única luz vem de Uma velha lâmpada amarela Pendurada no meio do teto.
Eu movo lentamente meu olhar da Esquerda para a direita. há uma porta Que é cinza como as paredes, mas Parece ser de mental. no canto, há um Banheiro amarelado e eu ficaria Chocada se ele fosse funcional. o Gotejamento vem de uma pequena Torneira na parede que não está Completamente fechada. onde diabos Estou e por que esse lugar parece uma Espécie de prisão?
Tento me sentar e estremeço quando Uma pontada de dor explode em meu Pescoço. eu fico e congelo quando Meus dedos se conectam com o que Parece ser um furo na minha pele. Então todos os eventos anteriores Passam pela névoa em minha cabeça. As figuras escuras. a caçada. o tiro.
James.
Eu suspiro, meu olhar frenético Procurando pela sala. James foi Baleado. ele foi baleado bem na Minha frente e quando corri para Frente, uma agulha me picou no Pescoço. então tudo ficou escuro. a Próxima coisa que eu soube foi que Acordei nesta sala. eu paro quando Meu olhar pousa em uma figura Escura amontada no canto mais Distante à minha direita. no começo, Eu acho que é algo sinistro, mas então Eu reconheço a massa de músculos e Os fios castanhos claros aparecendo.
- James! - eu chamo com uma voz Rouca.
Tento me levantar, minhas pernas se Recusam a me carregar. eu rastejo em Direção a ele de quatro, ignorando a Pressão e o desconforto arranhado Meus joelhos. eu paro ao lado dele. ele Está deitado de lado. fios de cabelo Cobrem seu rosto. eu agarro seu Ombro e paro quando um som e Gutural escapa dele. algo úmido e frio Toca meu joelho e me assunto quando Olho para baixo. vermelho escuro.
Sangue.
Muito disso. forma uma pequena poça Pegajosa sob seu ombro que fica Contra o chão. oh deus.
Desejei que o tiro fosse uma invenção Da minha imaginação hiperativa e Que isso não tivesse acontecido de Verdade. que talvez eu tenha Inventando tudo devido a uma picada Daquela agulha. mas a evidência de Que tudo é real está bem na minha Frente. sangrando dele em um fluxo Constante. meus lábios tremem e meu Coração bate tão forte que acho que Vai derramar no chão.