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Uma hora se passou enquanto eu tentava consolar Min. Ver aquele homem, que sempre se mostrou tão implacável, chorando daquela forma, quebrou o restante da minha resistência.
- Eu te amo - sussurrou entre soluços.
- Eu também te amo — respondi, envolvendo-o em um abraço apertado
Jimin entrou no quarto e me olhou com desconfiança, mas logo anunciou Eles chegaram.
— Nós já vamos descer
Descemos para a sala, onde a polícia já nos aguardava. Eles levaram Yoongi. Eu quis ir junto, mas ele não permitiu, querendo me poupar daquele momento.
Dias Depois
Tudo aconteceu rápido demais. O juiz decretou que ele precisava de internação compulsória em uma clínica psiquiátrica. No início, foi difícil convencê-lo, mas ele acabou aceitando. Já se passaram cinco dias sem notícias, meus pais me proibiram de vê-lo, alegando que eu precisava parar de amá-lo , como se existisse um botão de liga e desliga para os sentimentos.
-Talvez a humanidade igual a série Diário de um vampiro, talvez ?
Hoje, eles me pediram para me arrumar para uma "surpresa". Eu não tinha cabeça para festas, mas acabei cedendo. Ao descer para a sala, encontrei Taehyung com meus pais. Minha irmã não estava lá; provavelmente estava com Hoseok.
-Oi, Tae
-Como você está?
-Decidimos algo importante. Achamos melhor que você se case com o Kim. Assim, poderá esquecer o Yoongi de uma vez por todas , será o melhor para o seu futuro
O choque me percorreu
-Você vai se casar com ele.
-Eu não vou me casar com ninguém As lágrimas já inundando meu rosto.
-Não tentem arruinar a minha vida ainda mais
Sem olhar para trás, saí correndo de casa, ignorando os gritos dos meus pais chamando meu nome.
Horas Depois
Eu caminhava sem rumo pelas ruas desertas. A chuva começou a cair, gelada, encharcando minhas roupas e se misturando às minhas lágrimas. Eu me sentia vazia.
— Talvez se eu não o tivesse conhecido... nada disso estaria acontecendo
murmurei para o nada, sentindo o peso da culpa.
- E se eu não tivesse saído com ele naquele dia?
Eu não sabia como lidar com tanto sofrimento. O vazio no peito parecia maior que a própria tempestade.
-Moça, posso te ajudar?
Senti uma mão tocar meu ombro suavemente. Olhei para o lado e vi um rapaz de cabelos branco-grisalhos, ostentando um sorriso gentil.
-Venha, você está toda molhada
disse ele, guiando-me para dentro de um pequeno restaurante aconchegante. Ele me sentou em uma das cadeiras e logo voltou com um copo d'água.
— l-Aqui, beba um pouco.
-O-obrigada... respondi, trêmula.
- Pode me chamar de Yoog.
-Obrigada, Yoog. Eu me chamo S/N.
- Nome bonito para uma garota tão linda
ele disse, fixando o olhar no meu. Senti minhas bochechas arderem.
— Obrigada pelo elogio
-Você quer me contar por que estava chorando sob aquela chuva, senhorita S/N?
Fiquei em silêncio, tentando formular uma resposta, mas ele percebeu minha hesitação.
- Se não quiser falar, tudo bem. Vou te fazer companhia até você se sentir melhor.
Quando ele sorriu, meu coração falhou uma batida era o mesmo sorriso de Yoongi.
Lembranças dos nossos momentos juntos invadiram minha mente, e eu desabei novamente. Senti os braços de Yoog me envolverem em um abraço forte. Sem pensar, retribui, chorando em seu ombro como se o conhecesse há anos.