Capítulo 2 ◆

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Setembro, 13 de 2008.
Alexandra Thompson.

Me sentei na cama ao desligar o despertador. Levanto e vou direto pegar uma roupa e indo para o banheiro tomar um banho e escovar os dentes e o cabelo.

Voltei para o quarto para colocar o tênis, passar perfume e alguns acessórios. Logo arrumei minha cama e fui para a janela para vê como estava o tempo.

E hoje estava chuvendo, tinha uma fina camada de neblina pela rua.

Desci as escadas com uma mochila, nela estava um notebook, um caderno e um penal.

- bom dia, acordou cedo - meu pai desejou quando entrei na cozinha - senti tanto a sua falta, está linda desde que foi embora - se levantou.

- bom dia pai, senti sua falta também - me abraçou e beijou minha cabeça - acordei cedo pois tenho faculdade, esqueceu? - me sentei na mesa.

- hoje é o dia inteiro? - perguntou me servindo.

- sim, nas segundas, quartas e quintas são o dia inteiro, nas terças e sextas apenas meio período –explico.

- gosta de medicina? - perguntou quase que o óbvio.

- nunca me encantei tanto por algo que não seja medicina - sorri e ele assentiu.

- bom, tenho uma surpresa para você lá fora - falou ficando em pé.

- já acabei e não posso me atrasar - pego a mochila e sigo meu pai.

Na frente de casa havia um carro cinza, lindo.

- gostou? - foi para o lado do carro.

- puxa pai, eu achei tão lindo - me aproximei também.

- para você - falou do lado daa porta do carro e encarei ele.

- eu não posso aceitar isso pai, deve ter custado caro - encarei o carro.

- não se preocupe com isso, é seu presente de boas vindas - me olhou e eu sorri largamente.

- te amo pai, obrigado - abracei ele que retribuiu.

- ande, se não irá se atrasar - me entregou as chaves e entrei.

Depois de uns minutos pois não era tão longe, cheguei na faculdade.

- bom dia, você deve ser a Alexandra Thompson eu imagino - falou uma mulher da minha idade.

- sim, prazer - dei um meio sorriso.

- eu sou a Angela Brown, prazer! - sorriu.

[...]

Sai da faculdade as 14:30, ao entrar no meu carro me joguei pra trás. Era cansativo mas eu amava essa rotina, ja estava mais do que acostumada.

Dirige para a lanchonete pois iria "almoçar" com meu pai e o Ethan.

- como foi seu primeiro dia? - meu pai pergunta assim que sento junto deles.

- foi ótimo - me ajeitei - oi Ethan, está maior do que 4 anos atrás - ele sorriu.

- e você continua baixa tampinha - reviro os olhos com o seu apelido.

Ethan e eu se conhecemos quando tínhamos 12 anos, e se tornarmos melhores amigos e desde que fui morar com a minha avó se falávamos todos os dias por telefone.

- senti sua falta também - sorrimos juntos.

Logo chegou nosso pedido, comemos, queri dizer, apenas eu e meu pai, Ethan estava sem fome e conversamos por horas, senti um pouco do cansaço bater em mim e pisquei.

- acho que tem alguém com preguiça - meu pai disse.

- bom, eu tenho coisas para fazer e tenho que ir - me levanto - quer carona Ethan?

- aceito tampinha - disse se levantando.

- tchau pai, até mais tarde - beijo sua bochecha.

- me conte, como foi passar um tempo com a sua avó? - Ethan perguntou.

- foi bom, fiz amigos lá e passar um tempo com ela era preciso, estava muito abalada com as coisas que aconteceram e ela esteve comigo. - virei na esquerda.

- e você, como está?

- eu tô bem, tô melhor depois que entrei na faculdade - disse - e você?

- sim, mas estou feliz que estejaa de volta - parei o carro na casa dele.

- eu também estou feliz de está de volta - sorri e ele saiu.

Cheguei em casa depois de uns 5 minutos. Tomei um banho colocando umaa roupa mais confortável, fiquei fazendo tutoria o resto da tarde e depois desci para fazer a janta.

Fiz espaguete de queijo e estava uma delicia quando eu e meu pai jantamos, depois assistimos um filme até umas 20:00 da noite pois no outro dia teríamos que acordar cedo.

Subi para o quarto e me joguei na cama.

Na madrugada tive um pesadelo, e acordei assustada. Vi uma sombra perto da porta e liguei a luz rapidamente.

E aquela sombra sumiu, girei o olho pelo quarto e não havia nada.

Estava delirando por conta do pesadelo e resolvo tentar dormir.

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Vou escrever eles pequenos, para dar mais capítulos.

Luz Da LuaOnde histórias criam vida. Descubra agora