a decisão -parte 3

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<emma narrando>

consegui dormir um pouco e quando acordei já estava de dia, sabia disso por causa de uma janela que havia ali.
tinha um homem sentado na cadeira em frente ao meu colchão, não estava raciocinando bem, estava com muita dor.

-ora ora... olha quem acordou, emma myers -ele disse

-q-quem é você? -acho que a pergunta certa não seria essa, acho que seria "o que você quer comigo?" -o homem disse

-me chamo percy emma, um dos capangas da jenna, mas cá entre nós... a jenna é uma babaca não é mesmo? que namorada faz isso? acho que ela merece uma lição -não estava entendendo o motivo dele falar todas aquelas coisas sobre jenna

-senta aqui -apenas fiz o que ele mandou

-acho que a srta ortega não vai gostar nada de saber que eu brinquei um pouco com a namoradinha dela, não é myers? -quando ele disse aquilo eu gelei, não conseguia me mexer

ele me amarrou, e começou a passar a mao em meu cabelo, eu estava desesperada e só sabia gritar e chorar, ele passou a mão em minhas pernas, mesmo onde estavam feridas.
depois passou a mão em minha blusa, por baixo dela, eu não conseguia me mexer e nem parar de chorar, aquilo estava ficando desesperador.
ele desceu a mão indo em direção a minha intimidade.

eu gritava, não aguentava mais de tanto gritar, chorava de dor, de raiva e de tristeza, estava desesperada, só queria que alguém chegasse, nem que fosse jenna.

~jenna narrando~

cheguei ao galpão junto de georgie, nao encontrei percy, acho que estava no quarto da tortura juntamente de emma, fui para minha sala resolver algumas papeladas, até que escuto alguém gritar meu nome.

-JENNA, JENNA CORRE -georgie dizia

-O QUE É CARALHO? -gritei de volta

-VEM AQUI JENNA PELO AMOR DE DEUS -fui até onde georgie estava

-FALA PORRA -disse gritando -OLHA ISSO JENNA -georgie apontou para as câmeras de segurança

eu corri como se não houvesse amanhã até onde eles dois estavam, destranquei a porta e vi o que eu não queria ver, percy passando a mão na intimidade de emma.
emma gritava desesperada, chorava e tentava se mexer, mas não conseguia.

-LARGA ELA PERCY -disse apontando minha arma -olha só quem chegou aqui, a namoradinha do meu mais novo brinquedinho -nessa hora escutei emma gritar mais ainda

-repete isso e você está morto -disse colocando a arma em sua cabeça -GEORGIE -gritei por georgie e o mesmo apareceu na hora

-jenna? -ele falou -desamarra emma e leve ela para meu carro, irei dar um jeito em percy -georgie apenas assentiu levando a loira para meu carro.

coloquei percy amarrado na cadeira e comecei a chicotealo como se não tivesse fim.

-você sabe que vai morrer não é mesmo? -perguntei para percy e o mesmo não me deu nenhuma resposta -NÃO É MESMO PERCY? -gritei e o mesmo me olhou, apontei minha arma na cabeça dele

-seja lá o que você estiver aprontando, mais você não vai conseguir, vou matar você e quem estiver te ajudando -disse para ele indo em direção a porta, mas antes que eu a fechasse dei um tiro na mão de percy e escutei ele gritar.

-georgie, vou levar emma pra casa, olhe percy e chame os outros 3 patetas para torturar ele juntamente com você, e explique a situação -georgie apenas assentiu e eu fui para meu carro.

emma me olhou assustada, ela estava toda ensanguentada, liguei e carro e emma não deu uma palavra, parecia estar com medo, resolvi levá-la para minha casa, lá iria chamar o médico da minha família, para não precisarmos de ir no hospital.

-chegamos -disse para emma e a mesma ia abrindo a porta do carro sem dar uma palavra -espera emma, vou te ajudar -ela esperou e eu rapidamente ajudei ela a descer do carro e fechando a porta.

quando chegamos em casa não tinha ninguém, exceto as empregadas, mas isso não interferia, elas não eram intrometidas e essa hora deveriam estar na cozinha, subi com emma devagar até meu quarto

-consegue tomar banho sozinha? -perguntei para emma e a mesma balançou a cabeça -vem, eu te ajudo. -disse a emma

fomos ao banheiro e eu ajudei ela a tirar sua roupa, ela estava tímida,que mulher meu deus... mas pela primeira vez me controlei, estava ali para ajudar emma.
a banheira já estava cheia e emma entrou e eu ajudei a tirar o sangue, a banheira estava cheia de sangue e eu a esvaziei, quando enchi novamente ajudei emma a se ensaboar.

-aiii -emma disse

-desculpe, doeu muito? foi sem querer -disse tentando amenizar a situação -só doeu um pouco jenna.

-jenna... -emma parecia assustada -oi emma -disse com certo receio

-eu aceito me casar em três meses com você, não quero que você me machuque de novo.

quando emma disse aquilo "não quero que você me de novo", aquilo doeu em mim de um jeito que eu não sei explicar, nunca havia me ocorrido, não sentia pena das pessoas quando eu torturava, mas emma eta diferente... não sei explicar, me toquei no que havia feito e só queria pedir desculpas, perdão, implorar por perdão a emma, mas não consegui.

-que bom -foi a única coisa que eu disse

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