A cada 1000 anos, os deuses de vários panteões façam uma votação para decidir o extermínio da humanidade. Porem a valquíria Brunhilde, a mais velha das valquírias para impedir isso usa uma lei do Ragnarok um torneio de 13 humanos vs 13 deuses se os...
Em uma sala, estava um Deus com roupas indígenas, esse Deus era Rudá um dos representantes dos Deuses no Ragnarok, ele estava assistindo a luta que estava prestes a acontecer em um telão.
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Enquanto ele assistia a luta aparecia um ser atrás dele, ele era Cthulhu — Ei Rudá, eu queria te fazer umas perguntas — Dizia a criatura assustando o Deus.
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— Que susto, polvo da disgraça, mas se você for perguntar se eu posso lutar na próxima rodada já adianto que não quero lutar por agora — Dizia o Deus indigena.
— Entendo, mas não era sobre isso que eu vim falar, eu queria entender sobre um de seus poderes, o de controlar emoções... — Dizia a criatura em um tom malicioso — Ele pode controlar até o medo dos Deuses? — Perguntava a criatura.
— Bom... eu não gosto de usar muito mas, sim porque a pergunta? — Perguntava o Deus meio receoso.
Rudá sentia uma mão atravessando o seu peito e arrancando o seu coração, ele começa a sangrar muito pelo ferimento e pela boca — Seu desgraçado... — O Deus cai morto no chão.
Cthulhu pega o coração e o absorve em seu corpo — Finalmente o meu plano está começando a se concretizar — Dizia a criatura retirando o medo do corpo do Deus, e o absorvendo, com isso Cthulhu começa a sentir se corpo diferente — Então está realmente funcionando... HA HA HA HA HA — A criatura começa a rir muito alto.
Voltando para a luta Napoleão parte para cima de Sucellus fazendo varias estocadas, que Sucellus defende com facilidade com o seu martelo, Sucellus segura seu martelo com mais força e o bate no chão gerando um terremoto desestabilizando Napoleão que cai no chão, Sucellus avança e ataca Napoleão com uma martelada, que Napoleão tenta defender com sua espada, porém é em vão, o martelo acerta o tórax do francês que acaba sangrando.
Napoleão passa a mão em seu ferimento e vê seu sangue — Como você, um Deus completamente acabado e incapaz conseguiu me ferir? — Perguntava o humano com raiva.
— Ele te acertou com um golpe direto e eficaz, não está claro? — Falava Hlökk educadamente que aparecia em uma forma espectral.
— Esse Deusinho de merda, como ele ousa ferir o digníssimo imperador da frança, ele vai pagar com a vida — Dizia o humano com raiva que segurava o cabo de sua espada com mais força que emana um brilho avermelhado, Napoleão partia para cima e faz varias estocadas em Sucellus que tem mais dificuldade em se defender o humano consegue passar a defesa do Deus e assim acerta várias estocadas no Deus — " Merda, a força dele parece ter aumentado, parece que ele tem a força de um exército inteiro naquela espada" — Pensava o celta.
— O que foi Deus? Você começou a sangrar como um mero plebeu — Dizia o humano em um tom de arrogância.
Sucellus toca no chão com o seu martelo e surge dois troncos que atacam o humano que usa sua espada para se defender, o humano consegue cortar os troncos e parte para cima do Deus fazendo um corte na horizontal mirando na cabeça do Deus que desviava, porém o humano acerta a pele de lobo na cabeça do Deus que é destruída.
— Cacete, você cortou o meu lobo — Dizia o Deus com um tom de tristeza.
— O que foi? Vai chorar porque eu matei uma carcaça podre de um mero lobo? — Dizia o humano em um tom de sarcasmo.
Sucellus avança e parte para cima do humano ele usa a parte de trás de seu martelo que era mais afiada, o Deus o acerta assim perfurando a barriga do humano o fazendo cuspir muito sangue.
Napoleão consegue se soltar da arma do Deus, e para o contra atacar o humano faz várias estocadas no Deus assim acertando os joelhos do Deus, que o faz cair no chão.
— Antes você que estava me olhando de cima, isso foi uma ofensa para mim, agora eu estou te olhando de cima, me diga qual é a sensação, Deus? — Dizia o humano em um tom de arrogância, mirando a sua espada no pescoço do Deus, Sucellus se defende com seu martelo e contra ataca acertando uma martelada na cabeça do humano que o faz sangrar.
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Napoleão voa para longe com o ataque e bate no muro da arena, assim fazendo o humano sangrar muito, Sucellus não perde tempo e avança para cima do humano criando vários espinhos de madeira que o acertam bastante.
— Isso é impossível, eu o grande Napoleão Bonaparte, estou sofrendo para ganhar de um Deusinho miserável — Dizia o humano com muita raiva.
— Napoleão, você tem agir estrategicamente e não ficar o atacando diretamente — Dizia Hlökk em um tom gentil.
— Não me de ordem sua mera valquiria — dizia o humano em um tom de arrogância e entrando em guarda Napoleão apertava mais o cabo de sua espada e partia para cima do Deus, o humano faz vários cortes no corpo do Deus que começa a cuspir sangue.
— Era exatamente disto que eu estava falando, muito bem senhor Napoleão! — Dizia Hlökk feliz — Cala a boca mulher, você está me atrapalhando a pensar— Dizia Napoleão irritado.
— "Estranho os ataques dele parecem que estão ficando mais fortes do que antes, eu tenho que tomar cuidado" — Pensava o celta.
O humano continua com os ataques que fazem o celta ficar encurralado contra a parede da arena, Sucellus sem opção cria troncos do chão e os usa para se defender, fazendo Napoleão recuar.
Sucellus desfere vários golpes com seu martelo que acertam novamente o tórax do humano quebrando alguns ossos que cortam alguns órgãos internos fazendo o humano sangrar muito — "Merda, esse Deus tá conseguindo quebrar os meus ossos" — Pensava o francês irritado.
— Napoleão, tive uma ideia, enfie sua espada no chão — Dizia a valquíria querendo ajudar o seu humano.
— Eu já te falei cala a sua boca e me deixar lutar, se eu pudesse ferir esse Deus sem a volund, eu já teria feito faz tempo e é Senhor Napoleão sua idiota! — Gritava o humano irritado.
— Certo... — A valquíria ficava quieta porém dava para ver em sua cara que ela estava triste.
Napoleão avança e faz várias estocadas no Deus que o faz sangrar muito e parte do sangue do celta cai na espada — Apenas eu seria capaz de fazer um Deus sangrar desse jeito — Dizia o francês enquanto lambia o sangue na espada.