Ficamos um bom tempo ali conversando, nossa como é bom conversar com ele, é um homem educado de classe que não se tem muito por aí.Dado momento o convido-o pra si sentar comigo na mesa perto da pista onde eu estava antes, os outros ainda nem sinal, devem está se divertindo muito por aí. Me sento e ele vem se sentado ao meu lado no amplo banco macio.
– Não é Nova-iorquina certo?
– Brasileira!– levo meu canudo da bebida aos lábios, não sei o que tá rolando, porém sinto a atmosfera ao nosso redor dar uma mudada, quando percebo seus olhos acompanhando meus lábios sugando o canudo, e só por garantia solto de vagar o canudo e passo com calma e discrição a língua sob os lábios, vejo ele sem piscar me olhando, até que ele si percebe olhando de mais, pigarreia e desvia o olhar pra pista de dança um pouquinho um pouco envergonhado, fofo. Uai! Isso foi desejo que vi alí?
– Percebi
– Já foi só Brasil?
– Não. Mais conheço alguns brasileiros.- sorrir de lado.
Gente do céu, ele é tão fofo, como ele ainda está prestando atenção nas pessoas dançando, nem percebe que estou o admirando. Sinto meu corpo estranho e principalmente minha amiguinha lá em baixo, ele passa a mão em seus cabelos os ajeitando para trás, aquela mão forte com algumas veias grossas a vista a camiseta social preta com as mangas enroladas até o meio dos músculos do braço, a forma como sorrir discretamente observando as pessoas dançando. Até que seus olhos param em mim, e meio que tudo para por segundos, porque me sinto presa em seus olhos me tirando o fôlego, me fazendo pressionar minhas coxas uma na outra, me sinto totalmente atraída por ele.
Sem dizer uma palavra ou cortar o contato visual, ele vem se aproximando lentamente mais e mais o seu copo em minha direção, levanta sua mão direita e passa suavemente com o polegar em minha bochecha, me fazendo puxar o ar com força e morder o canto da minha boca, ansiando pelo o contato dos seus lábios, me fazendo sentir uma sede absurda na qual preciso desesperadamente daquela única gota de água no deserto.
Automaticamente fecho meus olhos, assim que seu rosto está mais perto do meu, sinto seu nariz encostando suavemente no meu, me fazendo sentir o cheiro do whisky dos seus lábios, sua mão em meu rosto desce mais um pouco para dentro das minhas tranças pressionando um pouco ali.
– Martin...– suspiro em um fio de voz, com minha mão apoiada em sua perna a apertado de leve o fazendo respirar fundo.
– Martin amigo! Te achei- somos assustados com a voz de alguém o chamando
Rapidamente ele se afasta de mim e se endireita sentando como antes ao meu lado, passando a mão com força em seus cabelos, respirando forte, fazendo um som com a garganta, e olha para o homem a nossa frente evitando por agora olhar para mim.
– Opa! Pelo visto atrapalhei alguma coisa aqui.– o cara que ainda não sei quem é diz sentando à nossa frente
– N-Não...- Arranha a garganta.– Estamos só conversando, Juliana esse é Toddy Holland, amigo do set que ti falei.- nos apresenta.
– É um prazer, Juliana.- pega minha mão e beija.
– Prazer.
Não demora muito avisto uma Marta bem animadinha vindo em nossa direção e não muito longe Caique e Suzana. Ótimo.
– Olha só– Caique se aproximando da mesa– Te deixamos sozinha por alguns minutos e logo fica acompanhada, e de dois coroas.
– Olha o respeito Caique– Suzana o reprende– Olá sou Suzana muito prazer, vocês são?
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Meu Hobbit Favorito✔️
Short StoryHistória de minha autoria. não recomendo para menores de 🔞 * Conto de sonhos Essa rápida história conta de Juliana que em uma viagem de férias que conseguiu no sorteio da empresa onde trabalha, encontra acidentalmente o ator Martin Freeman que faz...