Eu yamamoto genryusai…não! Riser Phenex nunca tinha adquirido algo como 'amizade' verdadeira.
Mais pensando bem…
A única coisa que chegava a isso era de Chōjirō Sasakibe, ele era meu tenente e um ótimo amigo…ele tinha a possibilidade de se tornar um capitão por sua força mais ele decidiu ficar como meu tenente mostrando seu dever.
E também tinha os meus alunos shunsui e Ukitake, mais eles não me viram como um amigo mais sim como pai deles e eu os via como meus filhos de criação.
"Muito bem, o'que você acha que um amigo pode proporcionar para o outro?" Eu perguntei para ela com curiosidade.
"Bem…eu não sei ao certo." Ela me disse juntando os dois dedos indicadores mostrando sinal de nervosismo.
"Você pode me dizer uma coisa, eu sou seu primeiro e único amigo certo?" Eu fiz uma pergunta misturada com afirmação.
"Bem…sim" ela disse vermelha de vergonha ao mesmo tempo que quebrava o contato visual.
"Pelo que eu sei, duas pessoas quando são amigas resgatam um ao outro da solidão te faz seguir em frente com ajuda, a dupla pode dividir momentos bons e ruins dependendo da situação… nós dois atendemos esses requisitos?" Eu perguntei para ela com meus olhos quase perfurando sua cabeça.
"Não, mais…eu vou fazer de tudo para nós e os outros termos essa perspectiva!" Tudo oque o semblante dela mostrava era uma convicção ao mesmo tempo que competia seu olhar contra o meu.
Não durou muito a encarada, pois meus olhos eram de um aço muito mais profundo e eu sabia disso, muito poucos conseguiam manter um contato visual comigo por causa da pressão que eu emanava mesmo sem ter que soltar meu rei- não! Poder demoníaco…
"Muito bem, mais espero que você saiba que isso irá levar tempo…pode ser muito ou pouco." Eu disse isso com uma expressão solene.
"Eu não me importo, quero adquirir sua confiança!" Ela disse isso voltando a fazer contato visual comigo novamente…dessa vez sem desviar suas pupilas e Íris de mim.
Bem, vamos ver até onde essa coisa de amizade vai.
Pov: Ravena
Eu não sabia por onde começar.
Meu filho fez sua primeira amizade!
Eu estava de bom humor hoje, pois isso era um caminho que eu nunca tinha imaginado para ele. Eu não sabia qual era o nível dessa amizade dos dois, acho que por enquanto os dois são apenas conhecidos.
Mais eu sinto que eles podem ter evoluído mais do que isso, pois eu tinha escutado essa notícia a 9 dias atrás e o próprio Beto tinha me contado com uma expressão feliz e cheia de júbilo…isso também afetou o servo de meu marido, de uma maneira positiva devo dizer.
A garotinha que tinha acabado de fazer a amizade com meu filho tinha uma Sacred Gear com um bom potencial…mas isso não era o tema do assunto!
Eu estava tão feliz que meu pequeno pássaro esteja se conectado a um demônio que não seja membro de sua própria família, e o meu marido Rúben também estava feliz com o resultado tanto quanto eu…por mais que não demonstrasse isso em um comportamento, somente sorrisos imperceptíveis.
Eu de repente visualizei duas figuras, uma era reconhecível por mim, era meu passaro com seus cabelos loiros e olhos azuis como um mar limpo. E a outra era uma figura de uma garotinha com cabelos e olhos com cor de uma pedra preciosa chamada ametista, seu corpo era magro com uma junção de roupas que combinava com seus olhos e cabelos.
Ela estava seguindo meu filho passo a passo, como se fosse pato companheiro. Ela estava sorrindo ao mesmo tempo que fazia essa ação, seus olhos focados nas costas do meu pequeno passaro que estava na frente dela andando até minha direção.
Eu tive que interferir na caminhada deles, eu precisava saber de qual nivel íntimo eles evoluíram.
"Riser, porque você não me contou que tinha uma amiga logo quando você adquiriu essa amizade?" Eu fiz minha pergunta para ele com um semblante serio falso…ao mesmo tempo que cobria minha felicidade sobre isso.
"Bem mãe, você provavelmente já sabia disso no primeiro dia que essa amizade foi formada…o Beto contou para você e meu pai certo? E não precisa cobrir suas verdadeiras emoções contra mim, você sabe que isso não funciona comigo." Meu pequeno Riser disse isso com seu semblante serio com seus olhos afiados rotineiros ao mesmo tempo que fazia uma pergunta juntamente com uma afirmação no final.
Ele novamente tinha me desecado somente com o olhar, eu estava orgulhosa pelo meu filho gênio mais ao mesmo tempo que estava sem graça por ele ter mostrado minha verdadeira face sobre essa situação.
Ele somente tinha 5 anos mais parecia que ele tinha 20, e ele consegue ver através das pessoas e situações e tirar suas próprias conclusões sobre tudo e suas conclusões estavam sempre corretas.
Tudo oque eu fiz foi sorrir, ele pode ser um monstro, mais ele é meu monstrinho e me da orgulho de eu ser sua mãe…não me resta duvida que quando ele crescer ele vai estar nos dez seres mais fortes do sobrenatural.
"Nada escapa de você meu pequeno passaro, e você garotinha, como você se chama?" Eu perguntei com um sorriso dessa vez verdadeiro ao mesmo tempo que fazia a pergunta para a garotinha pelo que eu me lembro se chamava Yubelluna.
Ela estava ansiosa, ao mesmo tempo que estava se escondendo atrás das costas de meu pequeno passaro.
"Meu nome é Yubelluna senhora." Mais ela conseguiu forças para responder essa pergunta.
Mais ainda estava se escondendo atrás do Riser, somente deixando sua cabeça no ombro esquerdo dele…os dois estão muito fofos quando estão assim!
"Você pode ficar tranqüila Yubelluna, eu não vou fazer nada para te prejudicar." Eu disse isso para acalma-lá de seu medo para comigo.
Tudo o'que ela fez foi balança a cabeça em forma de confirmação…ainda atrás de Riser.
Acho que ela já ouviu minhas histórias de como eu era temível na época da Guerra a muito tempo atrás, meu poder de controlar o vento e fazer um furacão de sangue dos meus inimigos era citado em cada parte desse castelo…eu causava mais medo doque meu proprio marido!
Todos, tanto nesse Castelo quanto nos pilares no mundo dos demônios sabia da minha fama.
Posso ser tão calma, mais quanto a situação exigir posso ser implacável.
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Monarca das cinzas
FanfictionNão sei qual dever eu vou seguir sando que eu deixei um para trás...mais eu vou tentar seguir aquele que me foi entregue com essa nova chance de um velho moribundo.
