Capítulo 7

314 22 10
                                        

Margarida on

Acordei e olhei a redor de quarto, percebi que estava num quarto desconhecido, sentei-me na cama e esfreguei os olhos, ao fazê-lo senti uma enorme dor de cabeça.

Ouvi a porta do quarto ser aberta, quando olhei vi o Schuler, que trazia um copo de água e uma embalagens de comprimidos.

—Bom dia—ele disse ao se sentar na cama

—Bom dia!

—Aqui tem a água—ele disse entregando-me o copo—E o comprimido para a dor de cabeça

—Obrigada!

Após tomar o comprimido, já me sentia um pouco melhor.

—O pessoal tá na cozinha tomando o café da manhã, cê quer vi?

—Pode ser

Coloquei os pés para fora da cama, e levantei-me, ao fazê-lo as minhas pernas falharam, mas o Schuler agarrou-me, estabilizando-me.

—Já me podes largar

—Cê tem certeza?

—Sim, tenho

Ele soltou-me, então andámos os dois até á cozinha, ao chegarmos lá vi a Devilzinha, o Neo e a Raquel.

—Bom dia—eu disse

—Bom dia—eles responderam em coro

—Como é que cê tá?—perguntou a Devilzinha ao colocar ovos mexidos em cima da mesa

—Já estou melhor—eu disse ao me sentar á mesa

Sentámo-nos todos á mesa e comemos, o Schuler levou-nos a casa, passei o resto do dia a descansar.

Passado uma semana

Nesta última semana tenho ido a todas as batalhas do Schuler, temos passado grande parte do tempo juntos, eu gosto de estar com ele, ele é muito divertido e engraçado, posso dizer que sou a sua fã nº1.

Também tenho ido dormir á casa dele, mas não rolou nada, somos grandes amigos, quer dizer... eu acho que somos.

Esta noite não havia batalha, eu combinei com o Schuler ir dormir na casa dele, e vermos um filme juntamente com o resto.

Preparei uma pequena mala, com uma muda de roupa para amanhã, um pijama, e produtos de higiene, eu já tinha comprado, pipocas de micro-ondas, alguns salgadinhos e gomas.

Chamámos um uber, ao chegarmos á casa, tocámos á campainha, após alguns minutos a porta foi aberta pelo Neo, cumprimentei-o e entrei dentro de casa, fui até á sala e vi a Devilzinha, eu cumprimentei-a e perguntei pelo Schuler, que pelos vistos estava no quarto.

Fui até ao seu quarto, abri aporta do quarto silenciosamente, e vi-o sentado em cima da cama a falar ao telemóvel, ele olhou para mim, e sorriu.

—Vou ter de desligar, também te amo

Ok, confesso que fiquei com um pouco de ciúmes, afinal ele podia estar a falar com a namorada.

—Tá, tchau—ele encerrou a chamada e levantou-se—Era a minha mãe

—Não precisavas de te justificar—eu respondi e aproximei-me dele

—Mas eu quero!

Abraçamo-nos, como eu gostava de o abraçar, parece que foi á uma semana que não nos víamos, sendo que nos tínhamos visto ontem, separámo-nos, mas ficámos a uma curta distância, os nossos olhares encontraram-se, ele desviou o olhar para os meus lábios, e eu fiz o mesmo, eu aproximei o meus rosto do dele até que os nosso narizes se tocassem

Meu MC-SchulerOnde histórias criam vida. Descubra agora