𝑻𝑰𝑴𝑬𝑳𝑬𝑺𝑺. 𝐒𝐀𝐆𝐀 '𝑫𝑬𝑺𝑻𝑰𝑵𝒀' ⧗ 𝑳𝑰𝑽𝑹𝑶 𝑫𝑶𝑰𝑺 ⧗ Em meio a novas ameaças e desafios, Emma e Bucky se veem obrigados a confrontar seus próprios demônios internos, enquanto lutam para preservar o amor e a confiança que compartilham...
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Emma estava envolvida por uma dor que parecia rasgar seu ser, uma angústia penetrante que a dilacerava de dentro para fora.
Oito meses se passaram desde que Bucky Barnes desapareceu de sua vida, oito meses em que ela navegou na ilusão de que ele era apenas uma memória distante. Durante esse período, seus sonhos foram repletos de momentos compartilhados, de toques e beijos dele, das promessas de amor eterno e da garantia de cuidado constante.
No entanto, a realidade agora parecia um golpe traiçoeiro. Traída, essa era a sensação que a consumia, como se tudo o que havia imaginado e ansiado tivesse se revelado uma farsa. Cada dia sem ele era um martírio, um peso insuportável que ela carregava nos ombros. A ausência de Bucky se tornou um vazio que persistia em sua vida, um eco constante da traição que corroía suas esperanças e confiança.
E ela não teve nenhuma reação quando o viu saindo e a deixou sozinha naquela sala com aqueles dois homens armados. Ela precisava, necessitava sair daquele estado em que estava, precisava reagir.
Ela avançou em direção à porta, mas assim que sua mão tocou a maçaneta, um dos homens a interrompeu, retirando bruscamente sua mão. Emma soltou uma risada, balançando a cabeça com desprezo.
— Oh, por favor! — ela falou de forma debochada. — Vocês não vão querer ficar no meu caminho.
— Vamos sim, e você não pode fazer nada. — um dos homens replicou, adotando um tom cínico.
— Ele não contou quem eu sou? — ela dirigiu o olhar para ele.
No entanto, não obteve resposta; o homem tentou empurrá-la, mas ao perceber que ela permanecia firme, seu rosto adquiriu uma expressão de confusão. A resistência de Emma deixou uma sombra de incerteza no ar, enquanto ela desafiadoramente confrontava aqueles que ousavam barrar seu caminho.
— Beleza, eu te mostro quem eu sou. — a mulher falou, e então acertou um soco na barriga do homem, fazendo-o se curvar por conta da dor, e então acertou um soco na lateral direita do rosto dele, aonde ela teve certza que por conta do impacto rendeu uma mandibula quebrada dele, e então ele caiu no chão, desacordado.
O outro homem observou a cena, indignado, os olhos arregalados de incredulidade. Sem pensar duas vezes, abriu a porta e saiu correndo, evidentemente preferindo evitar uma mandíbula quebrada e o estado de inconsciência.
Emma saiu em seguida, sendo saudada pelo barulho de gritos e pessoas correndo. Ela apressou o passo até chegar ao salão, onde percebeu a agitação de pessoas esbarrando umas nas outras, tentando deixar o local. Ao levantar o olhar, notou homens armados apontando para todos, mas sem disparar, apenas ordenando a evacuação.
Ao avaliar a situação, Emma percebeu que a porta dos fundos estava desprotegida. Sem se preocupar se seria vista, dirigiu-se até lá. O ódio que a consumia tornava-a menos cuidadosa, e ela estava determinada a superar qualquer obstáculo, até mesmo a necessidade de enfrentar e, se preciso, eliminar qualquer pessoa que tentasse impedi-la de chegar ao lado de fora. A adrenalina pulsava em suas veias enquanto ela avançava com determinação.