Em um universo onde o tempo é uma tela, o Doutor pinta sua obra mais pessoal: Maion. Entre engrenagens e estrelas, ele busca deixar um legado que desafie a própria eternidade. Mas quando o passado e o futuro colidem, o que emergirá das sombras do es...
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À Tardis viajava pelo universo sem nenhum rumo ainda, o Doutor estava muito ocupado mexendo na sua mesa central, suas ideias borbulhavam, as ideias maravilhosas que ele pensava em criar. Ele corria de um lado para o outro ao resolver o que conseguiu finalmente concluir. Uma criação que ele estava fazendo à Tardis pousou perto da casa de Donna, logo Donna apareceu, uma mulher de cabelos ruivos e pele pálida, ela abriu a porta da Tardis, sem ser vistas como Surpresa porque já conhecia o Doutor o suficiente.
- Qual é a nossa aventura de hoje, Doutor? - a voz de Donna ecoou pela Tardis. Logo o Doutor virou-se para Donna, um homem alto de cabelo castanho escuro,com roupas antigas mais elegantes, seu semblante estava cansado, pois havia ficado acordado a noite inteira.
- Por enquanto ainda não há aventuras, porque eu quero concluir uma coisa que eu estou fazendo há muito tempo, eu não contei para ninguém sobre criação do protótipo M1 04, você vai gostar... eu acho. - revelou com entusiasmo.
- Vindo de você, acho que sim.
- Então contemple a minha primeira criação, primeira, não, tenho várias outras criações mas eu sei que é a criação com os meus genes os outros eram só tecnologias estranhas que eu criei, e que funciona né, se eu criei eles funciona. Apesar de que algumas talvez não, mas contando com o resto e a maioria funciona. - O Doutor se enrolou em suas próprias palavras. - Vem Donna, vamos conhecer, você já viu um protótipo de perto?
- Óbvio que eu não vi um protótipo de perto! Como é que eu vou ver essas coisas existem! - Não existem até agora, então vamos dar uma olhada lá, vamos.
O Doutor apertou um botão que fez criar um holograma de uma adolescente e mostrou a Donna sorrindo orgulhoso do seu trabalho.
- Conheça a minha humilde criação M1 04, mais conhecida como Mayon, o protótipo com os meus genes!
- Ah ela é um Android! - Donna sugeriu levando um olhar negativo do Doutor.
- Não, ela não é um Android! Seu corpo possuí pele humana, mas seus ossos são feitos de aço resistentes, seu coração não é apenas um e sim dois, assim como os meus. As veias são feitas de fios e dentro disso corre sangue e eletricidade que bombeia ao coração e a mantém viva. Ela não possui poder de regeneração, porém ela é incapaz de sofrer qualquer machucado cortes ou sofrer uma queda. Quer mais? Então se liga nisso. Como ela tem meus genes do DNA, ela será a próxima nação do MEU planeta destruído. Ela sabe de tudo igual a mim, a minha memória é o software dela.
- E por que ela não parece com você? - Donna o interrompeu. - Eu deixei ela escolher o próprio a própria nacionalidade.
- Asiática? - Ela não é inteligente?! - o doutor comentou orgulhoso. - Talvez... - Donna analisou a cápsula de perto. - Então podemos dizer que ela herdou os genes do pai? - Ela é minha filha! E é óbvio que tem que dar o meu genes. - Convencido até demais! - Não convencido, só fatos. Então quer conhecer ela agora? faltam poucos e ajustes pra ele. Esses são os pequenos testes que eu vou fazer com ela, ela não vai poder sair daqui da Tardis enquanto eu não consegui terminar ela. Ela desenvolverá suas próprias emoções daqui a pouco, então eu não vou dar emoções para ela, vamos ter que criar emoções. Essa é a melhor coisa que eu fiz durante todos esses milhares e milhares de anos.