Morei em uma casa de fogo
Ela era quente e sufocante
Com um jogo de cintura para não queimar
Vivendo de forma fascinante
As chamas dançavam às seis
Todos na mesma sintonia
Enquanto o portão abria
Num ritmo torturante
O medo era um companheiro
E a raiva, um amante
Mas na casa de fogo me encontrei
Sobrevivi às labaredas
Com coragem e esperança
Da casa de fogo, trouxe lembranças.
-Traumas.
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Entre amanheceres e dizeres
PoetryCom a maturidade de um olhar adulto, Agnes irá abordar sobre sua infância, adolescência e a solidão de um caminho para a vida adulta.
