Não ando aos gargalhos, ando com as pitangas, uma sensação concretada no meu peito que nada a retira, apenas ameniza, eu quero sumir, eu quero mudar de localização que nem mesmo quem me gerou me encontre.
Queria que a "Eu" morre-se e nasce outra com uma identidade agradável.
Sou feliz quando a agonia que me mastiga de dentro pra fora se vai, queria que meu Eu morre-se.
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Entre amanheceres e dizeres
PoésieCom a maturidade de um olhar adulto, Agnes irá abordar sobre sua infância, adolescência e a solidão de um caminho para a vida adulta.