prólogo

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Essas foram minhas lágrimas mais dolorosas, elas desciam como lâminas por meus olhos, cortando meu rosto e onde mais conseguiam chegar

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Essas foram minhas lágrimas mais dolorosas, elas desciam como lâminas por meus olhos, cortando meu rosto e onde mais conseguiam chegar. Talvez a perda não seja o mais difícil e sim, a consciência de nunca poderá lutar para ter de volta. Que você gasta todas as suas forças para resgatar o que se perdeu mas não adianta. Já foi. A culpa que você carrega até o dia de sua morte, é isso que te mata. De pensar e repensar em tudo o que poderia ter feito para que fosse diferente, mesmo que essa culpa não seja realmente sua. A perda te prende a um fardo que não é seu, muito mais pesado do que realmente é. Ela te mata mais que um coração arrancado. E é dessa forma que passarei o restante de minhas horas. Minutos... segundos. Me culpando pelo que aconteceu. Remoendo cada dia e cada partícula e cada pedaço da minha vida deixando que a culpa de outra pessoa me sufoque e acelere meu fim miserável.

Vivo.
A.
Culpa.

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