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☘️.
Giovanna. —

depois que eu e gustavo nos resolvemos, a gente ficou conversando enquanto eu arrumava umas coisas aqui quem casa.

— dominguinho em igarata hoje? — gustavo se espreguiçou no sofá

— vamo, as mina ia pra lá eu acho — respondi

— partiu então gatona, bom que ce já emenda a semana toda já — gustavo.

— eu tenho escola esqueceu — falei.

— q que tem uma falta só — revirou o olho — vc nunca falta — falou.

— imagina se faltasse né, essa semana sem chances de faltar — falei e ele bufou

— parece um criança birrenta — falei e ele me encarou.

— oh me respeita aí tio — me olhou e eu dei risada.

terminei de fazer tudo, agora já tinha arrumado minha bolsa e o gustavo só esperando pra gente descer pro carro

— oloko fiota ce vai passar um dia não é uma semana não — falou

— fiota não, ce me respeita — dei um tapa em suas costas

— ai caraio — resmungou colocando a mão onde eu dei o tapa

— vamo logo gustavo — falei pegando a bolsa e indo sair do quarto

— calma ai vou só passar perfume — gritou do banheiro

— pra que? você vai continuar fedido — gritei

— QUE GIOVANNA? — gritou e veio correndo na minha direção

— vai idiota vamo logo — falei rindo

fomos pro carro e o caminho até igarata foi tranquilo, fui conversando com as meninas no grupo e elas falaram que já tavam lá, provavelmente perto na casa do gustavo então tá suave.

chegamos em igarata, subi direto pro quarto depois de comprimentar todos, óbvio.

deixei minha bolsa lá na cama e fui trocar de roupa.

— giovannaaa — gustavo entrou no quarto gritando — morr — gritou dnv

— oque gustavo — falei enquanto me trocava

— abre ae gatona — se apoiou na porta.

— eu to me trocando calma — falei.

— demora do carai jao — resmungou.

sai do banheiro e me deparei com ele sentado na cama e com um macaco no pescoço

— que isso — perguntei

— primeiro, vai colocar um shorts e segundo ele é nosso filho agora — falou.

— calmo aí — peguei o shorts na cama — ai você acorda né que esse macaquinho é nosso filho — falei.

— to falando sério vida. — pegou ele na mão — eu comprei é nosso agora — falou

— ce tá zoando né — falei desacreditada

— não gatona — falou me entregando o macaquinho

— qual que é o nome? — perguntei

— não sei, tem que escolher aí. — sorriu — ele é macho — falou

— pierre — falei.

— você que manda dona. — levantou e me deu um selinho — bora descer as coisas dele tá tudo lá embaixo

e lá fui eu descer atrás do gustavo com um macaco na mão, ele é loko mano.

NOTAS'
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desculpem qualquer erro

- Inevitável - Meno Kabrinha.Onde histórias criam vida. Descubra agora