🦥⊱✿⊰ℂ𝕠𝕟𝕔𝕝𝕦í𝕕𝕒/𝕤𝕖𝕟𝕕𝕠 𝕣𝕖𝕧𝕚𝕤𝕒𝕕𝕒 ⊱✿⊰🦥
Han Jisung, um guitarrista famoso, carinhoso com seus fãs, leva uma vida maravilhosa, mas só na frente das câmeras e nos shows e com seus fãs, porque sua vida está longe de ser maravilhosa.
L...
Esse capítulo só tem hot, se não gosta pule para o próximo capítulo.
É também não sou muito boa em escrever esse tipo de coisa.
É só isso.
Ops! Esta imagem não segue nossas diretrizes de conteúdo. Para continuar a publicação, tente removê-la ou carregar outra.
Han Jisung
Se passou uma semana e voltamos para casa.
Tava parecendo um reality para juntar casais.
Eu estava deitado na cama quando Minho entrou no quarto.
— Oi Lee. – falo em um tom de provocação.
— Oi esquilinho. – ele se aproxima da cama e para e fica simplesmente me olhando de cima para baixo.
— O que foi? – pergunto me referindo ao fato dele está me olhando de cima para baixo.
— Nada só estou precisando o corpo do meu esquilinho. – eu sinto meu ficar vermelho.
— Seu esquilinho?
— Sim, meu esquilinho. – ele fala e vem até mim me dando vários beijos.
— Não conhecia esse seu lado Lee Minho.
— Esse lado eu só mostro para pessoas que eu amo.
— Nossa que honra que eu tenho. – eu falo e ele aperta minha cintura. Eu dou um sorriso de lado fazendo com que ele mordesse o lábio inferior.
Ele me olha por mais alguns segundos e me beija.
Eu retribuir envolvendo meus braços pela sua nuca aprofundando o beijo.
Ele começa a passar a mão por debaixo dá minha camisa. Ele começa descer seus beijos para meu pescoço. Ao passar sua mão pelo meu peito e ele dá uma leve apertada me fazendo soltar um gemido involuntário.
— Então esse é um dos seus pontos fracos... Bom saber... – ele continua beijando.
Ele vai descendo sua mão até a barra da minha bermuda... Do nada veio alguns flashbacks na minha mente.
{...}
— Seu corpo é maravilhoso em? – ele dizia beijando meu corpo.
— Para por favor... – eu implorava de todos os jeitos e mesmo assim ele continuava.
Ele passando a mão pelo meu corpo e eu não podia fazer nada, pois ele amarrava minhas mãos na cabeceira da cama.
A única coisa que eu podia fazer era chorar.
{...}
Em um movimento involuntário empurrei Minho para trás.
— Desculpa... – eu desvio o olhar.
— Ei! Não precisa se desculpar, se não estiver pronto eu entendo. – ele fala e me dá um beijo.