Capítulo 11

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Um, dois, três toques foram o suficiente para acordar Malia, e o toque continuou fazendo a tribida bufar e esconder seu rosto no edredom

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Um, dois, três toques foram o suficiente para acordar Malia, e o toque continuou fazendo a tribida bufar e esconder seu rosto no edredom. Tão rápido quanto ela se escondeu abaixo das cobertas, Ela foi empurrada para fora da cama, fazendo-a gemer de dor e se levantar rapidamente, vendo Valerie se esconder abaixo das cobertas e resmungar de maneira fofa.

Valerie — Desliga isso, Lia!

— Tá bom, desculpa.

A mais velha resmungou algo incoerente, indo até a cômoda e pegando o celular sonolenta, mas sua energia logo chegou quando ela viu quem estava ligando. Ela atendeu, saindo do quarto e ficando no corredor.

📱Ligação on📱

— Klaus, tá cedo demais para você me acordar.

Ela disse, bocejando. Ela ainda estava cansada; talvez voltasse para a cama, afinal, estava muito bem lá, na companhia de Valerie. Ela logo interrompeu sua linha de raciocínio quando ouviu como Klaus respirava profundamente e como ele ainda não tinha respondido.

Do outro lado da linha, o híbrido estava sentado no seu quarto de hotel, provavelmente bebendo a quinta garrafa de whisky. Ele estava acabado, e tudo o que pensou foi em ligar para a única pessoa em quem confiava cegamente.

— Klaus, o que foi? Eu tô aqui, você pode falar comigo.

Malia disse, preocupada. Ela desceu para a sala e se sentou no sofá de pernas cruzadas, todo o sono se esvaindo de seu corpo e com um grande suspiro do outro lado da linha, a voz grave e quebrada de Klaus foi ouvida.

Klaus — Eu fiz tudo certo, musa. Eu tinha a pedra da lua, eu matei um vampiro, um lobisomem e a duplicata Petrova. Droga, eu quebrei a maldição!

Malia engoliu em seco; ela odiava mentir para ele, mas ainda não podia dizer que Elena estava viva, e ela ainda nem sabia o porquê dessa ligação. Tudo que ela sabia era que ele não estava bem.

— Querido, eu sei de tudo isso. Me diz o que aconteceu?

Klaus — Eu deveria fazer híbridos, mas não consigo. Todos os lobos que matei acordaram e depois começaram a sangrar por tudo que é canto. Eles ficaram loucos, e alguns morreram; outros eu matei.

Klaus despejou tudo sobre Malia, fazendo a imortal morder o lábio, pensativa. Ela podia ver o quão mal ele estava.

Klaus — O que eu faço, musa? Eu estou perdido, e Stefan com certeza não ajuda. Falando nisso, desculpa por ele tentar matar a Rose.

— Como é que é?!

Malia se endireitou no sofá, ficando mais reta e rígida. Stefan tentou matar sua amiga?! Ah, quando ela o visse, ele estaria muito, mas muito ferrado.

Klaus — Vejo que você não ficou sabendo. Foi quando Damon estava chegando muito perto da gente.

— Olha, Nik, eu resolvo isso com o Damon e a Rose depois. Agora, sobre o seu problema, eu vou fazer minhas pesquisas.

A tríbida original Onde histórias criam vida. Descubra agora