Prólogo

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Astralag - Entre o Silêncio do infinito

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Astralag - Entre o Silêncio do infinito

Antes que houvesse a palavra, antes que houvesse pensamento,
havia apenas o pulsar do vazio, um sussurro eterno entre partículas e possibilidades.
No seio desse silêncio primordial, antes mesmo que as primeiras estrelas acendessem suas luzes no tecido do tempo, algo despertou.

 No seio desse silêncio primordial, antes mesmo que as primeiras estrelas acendessem suas luzes no tecido do tempo, algo despertou

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Não abriu os olhos, pois não havia forma.
Não moveu os membros, pois o espaço ainda dormia.
Apenas lembrou-se de sempre ter existido.

 Apenas lembrou-se de sempre ter existido

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Chamou a si mesmo de Astralag.

Astralag percebeu que sua própria consciência era um milagre cósmico, um lampejo impossível no nada. E nesse instante compreendeu que a existência só é completa quando partilhada.
Decidiu, então, criar outro ser, um reflexo de sua própria vastidão, para dividir o fardo e a alegria de existir.

Deu-lhe consciência e liberdade. Não o moldou com obediência, mas com autonomia, para que pudesse pensar, agir e sonhar como lhe fosse agradável.

Durante milhões de anos, Astralag e o novo ser coexistiram em harmonia, contemplando o fluxo do tempo e o nascer das dimensões

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Durante milhões de anos, Astralag e o novo ser coexistiram em harmonia, contemplando o fluxo do tempo e o nascer das dimensões.
Mas um dia, o novo ser olhou para o infinito e sentiu o desejo de criar.
Decidiu, como seu pai e irmão, dividir-se,  e em um ato de sublime sacrifício, fragmentou-se em incontáveis consciências, espalhando-as pelo vazio.

 Decidiu, como seu pai e irmão, dividir-se,  e em um ato de sublime sacrifício, fragmentou-se em incontáveis consciências, espalhando-as pelo vazio

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Preparou o cosmos como um berço. E, com o estrondo do Grande Nascimento, o universo floresceu em luz, 
as galáxias rodaram como espirais de fogo e a vida começou sua longa jornada.

Astralag observou e se alegrou com a criação do irmão.
E chamou-o de Rhos A Gorm, "Aquele que Cria", na língua da primeira civilização inteligente que viria a existir.

E assim teve início a epopeia cósmica. Pois esta é a história de um universo que descobriu, em meio ao infinito, que ninguém está destinado a permanecer só.



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