Capítulo 16: Soulmates

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Oieeeeeee, queridos amigos!!!!

Hoje eu estou muto feliz em compartilhar mais um capítulo dessa história maravilhosa dos Jeongcheol. Hoje teremos muitos momentinhos fofos deles, então aproveitem porque tá vindo coisa forte por aí hihihihi

Comentem bastante, apertem na estrelinha e boa leitura!!

[...]

E se alguém lhe contasse que a simples ação de ir ao banheiro no final do expediente poderia desencadear muitos outros acontecimentos inexplicáveis?

Como por exemplo, ser carregado inconsciente pelo seu chefe enquanto o mesmo e a frota de seguranças dele te leva para o hospital, e lá, você acorda sem saber muito bem o que está acontecendo e de repente, você desmaia novamente, acordando somente na madrugada.

E também, não podemos esquecer o fato de que quando o relógio bate às quatro e meia da manhã, seu chefe bate na porta de seu quarto no hospital, entregando-lhe um casaco extremamente adorável, alegando que viu quando você estava com frio e comprou a peça apenas para lhe deixar aquecido. E então, em envoltos de uma atmosfera quente e peculiar, algo que no fundo você queria que acontecesse, mas não tinha muitas esperanças que iria acontecer realmente, acontece.

E acontece da melhor forma que você poderia imaginar.

Com uma declaração que aquece seu coração.

Era assim que Yoon Jeonghan se sentia ao acordar novamente naquela maca de hospital.

Era por volta das dez da manhã, e um alfa vestido com um jaleco branco e estetoscópio no pescoço batia na porta, acabando por acordar a si e ao lúpus sentado na poltrona ao seu lado.

O cômodo, antes carregado por uma energia estranhamente boa e aconchegante, agora se via muito turbulento com a entrada do profissional.

O lúpus que descansava brevemente encostado na poltrona, se viu obrigado a soltar a mão do ômega quando notou a presença alheia no quarto, ficando alerta para qualquer coisa.

— Hum, com licença, senhor Choi. — O alfa disse, entrando no cômodo, fechando delicadamente a porta. — Estou aqui para fazer uns exames de check up no Jeonghan. Pode ficar, se quiser. Tenho mesmo que tratar algumas questões com o senhor.

— Ah, claro. Pode realizá-los. — Disse, já se levantando, afastando-se do loiro, mas logo teve seu pulso agarrado pelo Yoon. — Hum, o que houve? Está tudo bem?

Seungcheol aproximou-se novamente da maca, segurando firmemente a mão do loiro, preocupado com o seu estado.

— Ainda está com frio? Posso aumentar a temperatura se quiser. — Disse baixinho, não querendo que o médico escutasse.

— N-não… não é isso. — Murmurou de volta, olhando rapidamente para o profissional, que checava o soro em seu braço. — É só que…

E em um segundo, Seungcheol sacou.

A voz baixinha, a vontade de não deixá-lo se afastar nem alguns metros, as bochechas vermelhinhas, a falta de contato visual…

O lúpus entendeu, sorrindo carinhoso, chegando próximo ao ouvido do Yoon.

— Não precisa ter vergonha do que aconteceu de madrugada. — Sussurrou com sua voz rouca, arrepiando os pelinhos da nuca do menor. — Ninguém precisa saber, se não quiser.

A troca de olhares do ômega e do lúpus fora tão intensa, que Jeonghan jurou poder ver, lá no fundo das íris do Choi, uma singela faísca vermelha.

Seu lobo.

Night Changes (Jeongcheol ABO)Histórias para pegar e não largar. Descubra agora