QUASE

0 0 0
                                        


E quase...
Quase que por carência, cedi ao amor.
Quase que por pura decadência cedi ao ímpeto de me entregar a quaisquer aqueles que venham a se aproximar.
Tão cedo fosse, mas há de deixar

E aquilo que outrora veio se aconchegando, foi-se sem se apaixonar

Já é difícil permitir que um estranho se aproxime, mais difícil ainda deixar a aproximação estranha se aprimorar

Entretanto nada poderia mais justo ser do que o ímpeto de meu ser deixar-se se afastar

Com pequenos atos me atenho a vontade de nada pequeno demonstrar

Assim sigo seguindo, sem pra trás olhar e sem interesse de nesse assunto me aprofundar

Quando menos espero, menos me desespero e menos ei de deixar quaisquer detalhes passarem sem ao menos olhar

Do nada viemos, e pro nada tu eis de voltar

Algo maior me espera, não como a bruma do amanhecer, mas sim como o castanho profundo de meu olhar.

Assim sigo seguindo, sem direção ou instrução de onde, como e quando chegar.

E... Quase...

Você leu todos os capítulos publicados.

⏰ Última atualização: Jul 15 ⏰

Adicione esta história à sua Biblioteca e seja notificado quando novos capítulos chegarem!

Sem Contexto: O Diário que Nunca Foi EscritoHistórias para pegar e não largar. Descubra agora