E quase...
Quase que por carência, cedi ao amor.
Quase que por pura decadência cedi ao ímpeto de me entregar a quaisquer aqueles que venham a se aproximar.
Tão cedo fosse, mas há de deixar
E aquilo que outrora veio se aconchegando, foi-se sem se apaixonar
Já é difícil permitir que um estranho se aproxime, mais difícil ainda deixar a aproximação estranha se aprimorar
Entretanto nada poderia mais justo ser do que o ímpeto de meu ser deixar-se se afastar
Com pequenos atos me atenho a vontade de nada pequeno demonstrar
Assim sigo seguindo, sem pra trás olhar e sem interesse de nesse assunto me aprofundar
Quando menos espero, menos me desespero e menos ei de deixar quaisquer detalhes passarem sem ao menos olhar
Do nada viemos, e pro nada tu eis de voltar
Algo maior me espera, não como a bruma do amanhecer, mas sim como o castanho profundo de meu olhar.
Assim sigo seguindo, sem direção ou instrução de onde, como e quando chegar.
E... Quase...
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Sem Contexto: O Diário que Nunca Foi Escrito
PuisiPoemas, poesias e pensamentos bipolares e sem sentindo, alguns te fazem pensar e refletir, outros apenas estão por estar. TODOS OS DIREITOS RESERVADOS À @K_I_Ller
