Capítulo dois- A Pricesa e o Vampiro

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Depois de atravassar a o longo corredor de janelas altas com as cortinas brancas de cetin, até chegar perto da grande porta de marmóre branco. Ao abrir a porta vi uma sombra não muito alta e magra que observava o jardim florido do castelo antes de se virar para mim.

Era o oposto do que imaginava, um jovem de um pouco mais de desesseis anos de idade com cabelos loiros e bagunçados com um estilo lolito, um cheiro doce sobrevoava o local, cheiro de sangue humano que nunca senti antes.

-Pricesa Victoria.- Falou calmamente curvando-se proximo a mim.

-Ah! Claro.- Falei me curvando depois de perceber que ele tava na mesma posição por algum tempo.

O cheiro doce ainda estava me cercando, mas ele não era um vampiro? Porque cheira a sangud humano? Essas perguntas me atormentavam até ele virar-se para mim mostrando suas presas e seus olhos que mudavam de cor.

-Vamos! Foi ótimo conhecer Vossa Alteza- Falou quando passava mostrando um sorriso simpatico mandando-me segui-lo.

Segui durante longos corredores até chegar-mos na biblioteca real, era um dos meus lugares preferidos, como não podia deixar os murros do castelo eu sempre lia livros de aventura e imaginava-me lutando com monstros, ai me lembrava que vampiros eram considerados monstros até piores que demônios.

Ele subiu uma imensa escada para pegar um livro de capa vermelha cheia de pó e as folhas estavam velhas que já ficara amarelas.

-Victoria, você sabe que nós podemos viver em paz com os mundanos, mas você é mais forte do que imaginei.-Alguém do reino sabe disso?-

-Apenas as fadas curandeiras que me ajudavam a controlar esses poderes.-

-Como se alimenta?- Falou foleando o livro velho.- Sangue de coelho? Já provou sangue humano?-

-O que? Sangue humano?- Faleu gaguejando, sempre senti cheiro de sangue humano mais nunca o bebi.- Não, posso comer normalmente, meus pais tentam esconder o maximo possivel.-

Já cheguei a expermentar sangue de coelho, mais ao contrario do que via nos livros eu podia comer o que quisesse, ele já provou do sangue humano? Talvez seja essa a razão do cheiro doce?




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