Quando Greg pegou no sono eu peguei meu notebook e no Google digitei uma palavra para pesquisar: Incubus.
Íncubo é um demônio na forma masculina que se encontra com mulheres dormindo, a fim de ter uma relação sexual com elas. O íncubo drena a energia da mulher para se alimentar, e na maioria das vezes deixa-a viva, mas em condições frágeis. A versão feminina desse demônio é chamada de Súcubo.
Pesquisei mais um pouco.
A origem da palavra:
A palavra "incubus" ou íncubo ( do latim, in- "sobre") é considerado alguém que está em cima de outra pessoa. Já "Succubus" vem de uma alteração do antigo latim succuba significado prostituta. A palavra também é considerada uma derivação do prefixo "sub-", em latim, que significa "em baixo, por baixo", e da forma verbal "cubo" ou seja "eu me deito."Meio de ataque:
O íncubo geralmente aparece em sonhos que a vitima esta sentindo prazer. Ele toma a forma mais atraente para a vitima, atraindo-a para si com seu magnetismo, sugando a energia sexual de sua parceira. Indefesa diante da situação, a vitima desse ser oferece involuntatiamente sua energia, como forma de retribuição, durante os atos cometidos. Ao acordar se sente fragilizada e cansada, apesar de, na maioria das vezes, não se lembrar de nada.Fechei o notebook.
Eric era um Incubos ele me seduziu e alem de energia deve ter sugado algo mais pois logo depois que o conheci me senti fragil e os pesadelos começaram.Greg se mecheu ao meu lado e abriu os olhos.
-Por que você não esta dormindo?-ele pergunta e se espreguiça.
-Estou sem sono.-digo.-e também estava com saudades de Sorte, mesmo sabendo que você e ele são o mesmo.-minto um pouco.
Ele arqueja suas sombrancelhas perfeitas e da um sorriso, e do nada eu tenho um gato preto deitado ao meu lado, ele mia e se esfrega em meu braço, com um olhar travesso.
Afago suas orelhas e ele vem para o meu colo.
-Ler sempre me acalma.-digo.-talvez ajude a nós dois.
Encontro embaixo da minha cama um livro que era um dos meus preferidos e começei a ler em voz alta:
-Chovia naquela noite, uma chuvinha fina e murmurante.
Ainda depois de muitos anos, bastava Meggie fechar os olhos e ela podia ouvi-la novamente, como se minúsculos dedinhos estivessem batendo em sua janela. Um cão latia em algum lugar na escuridão, e por mais que se virasse de um lado para o outro, Meggie não conseguia dormir.
O livro que ela começara a ler estava debaixo do travesseiro. Cutucava o ouvido com a ponta da capa, como se quisesse chamá-la de volta para suas páginas. "Oh, deve ser mesmo muito confortável dormir com uma coisa dura e pontuda debaixo da cabeça.", dissera seu pai na primeira vez em que encontrara um volume sob o travesseiro dela. "Confesse, à noite ele sussura histórias no seu ouvido." "Às vezes, sim!", respondera Meggie. "Mas só funciona com crianças." Em troca, Mo lhe dera um beliscão no nariz. Mo. Meggie nunca chamava o pai de outra maneira.Naquela noite, em que tanta coisa começou e tanta coisa mudou para sempre, um dos livros preferidos de Meggie estava debaixo de seu travesseiro. Como a chuva não a deixava dormir, ela se sentou, esfregou os olhos e pegou o livro. As páginas farfalharam cheias de promessas quando ela o abriu. Meggie achava que esses primeiros sussuros soavam de maneira diferente em cada livro, conforme ela soubesse ou não o que ele lhe contaria. Mas agora era preciso providenciar luz.
Havia uma caixa de fósforos escondida na gaveta do criado-mudo. Mo a proibira de acender velas à noite. Ele não gostava de fogo. "O fogo devora livros.", ele sempre dizia, mas afinal de contas ela tinha doze anos e podia muito bem tomar conta de algumas chamas. Meggie adorava ler à luz de velas. Ela havia posto três pequenas lanternas e três castiçais no batente da janela. E estava justamente encostando o palito de fósforo aceso num dos pavios já queimados quando ouviu os passos lá fora. Assustada, Meggie apagou o fogo com um sopro -como ela ainda lembrava nitidamente depois de muitos anos - ajoelhou-se em frente a janela molhada pela chuva e olhou para fora. Foi então que ela o viu...
Olhei para Sorte e ele me encarava, com um certo fascinio no olhar.
Continuei lendo até me sentir cansada.-Não sou nenhum "Lingua Encantada" então não se preocupe que tudo deu certo.-Digo dando um bostejo.
Sorte deita ao meu lado e vira homem de novo.
Com um sorriso travesso nos labios ele beija meus ombros e deita de conchinha comigo.
Quando alguem bate a porta.
-Quem sera?-estou exausta, mais me levanto e caminho até a porta.
Olho pelo olho mágico e vejo Eric parado do outro lado da porta com um sorriso descarado no rosto.
Abro a porta e o deixo entrar.
Ele me avalia e eu vejo o esboço de um sorriso cafajeste dançando em seus lábios perfeitos.
-O que faz na minha casa Incubo.-digo com nojo.
Ele me olha e nada diz e se senta no sofá, eu me sento no chão em frente a Eric.
-Parece que você sabe o que sou.-ele diz despreocupado.
-Sei.-cuspo essa palavra que sai amarga entre meus lábios.
-Seu amigo "metamorfo" é bem fofoqueiro.-ele gargalha.
-Olha quem resolveu aparecer aqui.-Greg aparece apenas de moleton, com a barriga tanquinho me fazendo babar.
Esses dois deuses-gregos estao na minha sala e eu já dormi com eles.
Pelo que eu sei o Greg era um Metamorfo estilo Sam Merlotte de True Blood, mais Greg me disse que ele pode se transformar em outras pessoas.
Já o Eric era uma especie de Demônio Sexual safado. Ele rouba energia sexual das mulheres, e faz com que elas tenham sonhos eróticos onde ele é o Tesão numero 1 saindo direto do subconciente pervertido dos seres humanos.
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No mundo dos sonhos
FantasyAinda me lembro da minha vida antiga, de como ela era comum e sem graça antes dessa confusão de agora. Eu tinha uma vida sem graça trabalhava em uma boate a noite, e voltava pra uma casa vazia durante o dia. Tinha apenas como companhia um gato de ru...