Capítulo 8

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Capitulo adiantado em homenagem a uma leitora muio querida que conseguiu alegrar meu dia mesmo que por pouco tempo <3 Obrigada pelo carinho Cris!

Os capítulos ainda estão sem revisão!

Plágio é crime.

...


Alan

– Eu não gosto nada da ideia de te ver caçar, não quer ter que te dividir com outro homem. – Estou jogado na cama pensando em minha nova realidade. Celina fala sobre caçar de uma forma tão fácil, ate hoje eu não me acostumei com a ideia de me alimentar de outras pessoas. Na verdade a ideia de ser um demônio também não é a mais fácil de digerir, mas essa é minha nova realidade, tenho que aceitar e agradecer, pois eu não estaria com essa maluca se estivesse realmente morto.

– Não se preocupe. Seremos só eu e ele, você vai apenas assistir

– Eu vou ter que assistir minha mulher se entregando pra outro homem? – Essa mulher é maluca e quer terminar de me enlouquecer

– Eu preciso ir caçar, se você quiser vem junto, se não fique ai.

– Você não vai vestida desse jeito – falo assustado olhando para ela que esta usando um vestido vermelho, igual ao que as gregas usavam, só que com uma fenda enorme mostrando as coxas. Celina respira fundo e me encara

– Alan meu querido, eu sou a porra de uma súcubo, eu sou o demônio do sexo, se você pensa que pode dar seu showzinho e me impedir de fazer qualquer coisa, esta muito enganado. Não me faça te matar, pois dessa vez será definitivo. Eu não suporto ninguém me dando ordens, então me deixe em paz. – Celina foi embora sem ao menos olhar para trás.

Fiquei no quarto por horas sentindo pena de mim mesmo. Eu tive um azar do caralho. Nunca me envolvi com ninguém e a primeira que resolvo me apaixonar é um demônio do sexo que pra se alimentar tem que dar pros outros. Serei eternamente corno. Não entendo como ela não se importa com o fato deu me relacionar com outras mulheres. Eu sempre prezei a fidelidade e essa eu não teria de jeito nenhum.

Decido ir visitar meu amigo Samuel, ninguém me proibiu de falar com ninguém da minha vida humana. Suponho que meu amigo ficara assustado já que acredita que eu morri, mas daremos um jeito.

Eu já aprendi a sair e entrar nesse inferno. Sigo para a casa da Elisa, respiro fundo e toco a campainha. Um jovem que deve ter uns 20 anos sai da casa para me receber.

– Boa tarde meu jovem, essa ainda é a casa da Elisa?

– É sim, quem gostaria? – Pergunta me analisando, para minha sorte a moda não evoluiu muito desde que eu "morri" a única diferença mesmo foi que a população passou a usar cores mais neutras. Então antes de me vesti eu vesti uma calça sarja bege e uma camisa branca. Pelo pouco que eu vi no inferno os íncubos são os únicos que se importam com as tendências, pois as súcubos, sempre estão com roupas coloridas e justas.

– Sou um amigo dela e do Samuel – Ele fecha o portão

– Nunca te vi por aqui e também não lembro dos meus avós terem um amigo tão jovem

– Eles tem, será que eu posso falar com eles??

– Você inda não me disse seu nome

– Alan – respondi sem hesitar, ele pega o telefone

– Pai, passa o telefone pra minha avo – ele aguarda um pouco – Vozinha, tem um rapaz aqui chamado Alan querendo falar com a senhora – aguarda mais um pouco – Certo, esta bem – desliga o telefone e fala comigo – O único Alan que minha avó conhecia esta morto, se você puder se retirar da frente da minha casa eu agradeço

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