Cap. 8 - Mysterious

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Loja de Conveniência Meadow air... 15:45

Presos na loja com o que parecia ser o dono dela, os garotos decidem se preparar para qualquer ação brusca do ser. Mas por incrível que pareça o rapaz/coisa não se mexeu... Então o Thy pensou em mexer-se e quando o fez foi atacado vorazmente, derrubado no chão com aquele treco em cima dele cuspindo sangue ou babando e ele sem saber o que fazer começa a esfaqueá-lo. Momentos depois ele ainda está esfaqueando a coisa e ela nada de sair de cima dele quando ela para do nada e ele consegue tirá-lo de cima dele e vê a faca que estava com Emmy toda suja de sangue.

- Emmy... Foi você? Quero dizer, foi você que matou isso aí?
- Não... Fui eu! - responde Dy com o rosto meio sujo de sangue.
- E como você conseguiu, amor? Eu fique esfaqueando ele e nada dele morrer. Olha... - ele mostra o morto cheio de facadas no tórax e abdômen.
- Apenas acertei uma vez lindo e não foi aí. Foi bem aqui na nuca um pouco acima do pescoço.

O morto tinha uma marca no local onde Dylan havia dito mas todos ficaram sem entender.

- Mas Dy... Você não estava armado.
- Eu peguei esse porrete que ele devia manter para casos de briga no estabelecimento.

Eles olharam o tal porrete e ele realmente tinha sangue em uma das pontas. Com a pancada ele deve ter espirrado sangue em Emilly que estava assustada e não deve ter reagido. Resolvido o problema eles decidiram sair pra ver como estavam as coisas pela cidade. No centro dela havia bastante destruição e sujeira, era muito sangue e tripas espalhado por todos os lados, muitos carros pegando fogo, corpos por todos os lados quase todos sem cabeça e os que não estavam sem a mesma tinham ferimentos mortais. O mal-cheiro exalava por toda a cidade e eles se moviam com dificuldade pelos escombros de toda a destruição. Ao longe eles viram movimento mas não dava pra saber o que era então não arriscaram, só seguiram ainda com dificuldade.

Ao longe... Na Rua Grimson Hall

Alguém se move em direção a multidão mas parecia um rapaz com deficiência visual pois não viu outras pessoas e começou a trombar nelas e as outras fingiam nem saber quem era ou não ligavam pro que acontecia ou pro homem que esbarrava neles. Repentinamente alguém grita ao longe e corre desesperado e completamente sujo de sangue. Com algo que não era identificado no momento em suas mãos ela corre em direção a multidão.

- Socorro! - desesperada e chorando corria a mulher.

- Socorro! Polícia! Alguém? Por que vocês não me ajudam? Por que não me ouvem? - Fala indo em direção a um carro.

- Ei... Senhor! Por favor me ajude. Meu amigo arrancou um pedaço do meu braço e... - Ela se assusta e cai enquanto vislumbra um rapaz todo machucado que se mantinha de pé e virava em sua direção, agora ele se movia meio que caindo ou mancando... Nada que desse para entender. Ao chegar próximo dela, ele tenta agarrá-la. A mesma estende a mão que sobrava, já que a outra caíra e estava longe. Então com os dentes a mostra, sujos de coisas irreconhecíveis e aquele vermelho penetrante ele simplesmente puxa o braço da mulher e morde... Quando ela vê a cena ela puxa o braço perdendo a parte que havia sido mordida. Enquanto o rapaz mastigava um pedaço do seu antebraço, ela chorava e gritava de dor, vendo a ferida ela vira de costas para ele e corre, entrando num beco para fugir. Mais a frente é encurralada no beco, tentando voltar viu que haviam silhuetas atrás dela e em sua frente também.

- Por favor! Deixem-me ir. Não tenho nada e preciso de um hospital. Eu implo...

Ao chegarem perto com todas aquelas feridas e pedaços do corpo faltando, tripas pra fora, dentes sujos e aqueles olhos. Aqueles olhos, algo não estava certo. Eram parecidos com os do rapaz de mordera seu antebraço e ela sabia (ou pelo menos desconfiava) que não sairia dali, não viva.

Duas quadras após a loja de conveniência os garotos procuram entender a situação. Então uma movimentação diferente perto do local é avistada e chama a atenção deles.

When the deads live - Quando os mortos vivemOnde histórias criam vida. Descubra agora