A vida é como um jogo de xadrez,
quando os resultados de nossa jogada
não são bons, é preciso mudar a estratégia
para enfrentar suas adversidades
Louise Figueiredo
Após o surto de Júlia na noite anterior, na manha seguinte ela acorda assustada e com os raios de sol batendo em seu rosto.
- Foi só um pesadelo. – Disse.
Júlia se levanta da cama e vai até o espelho, ao chegar na frente do espelho ela se transforma numa bela mulher de cabelos ruivos claros, pele branca, os olhos azuis, e uma beleza extraordinária.
Ops! Esta imagem não segue nossas diretrizes de conteúdo. Para continuar a publicação, tente removê-la ou carregar outra.
- Isso não pode está acontecendooo. – Gritei assustada.
- Senhora, está bem? – Pergunta a empregada entrando no quarto.
- Quem é você? – Perguntei.
- Não está lembrada senhora, sou sua fiel e humilde empregada, desta linda mansão. – Explicou a empregada.
- Mansão, que mansão? – Perguntei desesperada.
- Sua casa, está é a sua casa senhora. – Disse a empregada.
Saio do quarto correndo e desço as escadas.
Desci as escadas e olho ao meu redor.
POV Júlia
Como é grande essa mansão, não acredito que ela é minha, toda minha só pra mim, olho os móveis da mansão, são antigos mais são bonitos, vou até a sala e vejo que tem um piano com um sofá e várias cadeiras, a mansão é realmente grande.
Fim Do POV
- Está lembrada agora senhora? – Perguntou a empregada.
- Há sim, estou me desculpe esse meu jeito louco. – Disse.
- Sem problemas, ontem a noite a senhora teve um surto e precisou chamar um médico para lhe dar um calmante. – Disse a empregada.
- E os meus pais? – Perguntei.
- Eles estão mortos senhora, seu pai deixou toda a fortuna e bens para senhora. – Disse a empregada.
- Meu pai teve alguma empresa? – Perguntei.
- Não senhora. – Disse a empregada.
- Há. – Disse.
- Está linda senhora, pintou o cabelo? – Perguntou a empregada.
- Há sim pintei obrigada. – Disse.
- Vou mandar o meu neto prepara o seu banho, e as outras empregas prepara sua roupa e o café da manha. – Disse a empregada.
- Seu neto? – Perguntei.
- Sim, Spencer. – Grita a empregada.
- A senhora chamou vó? – Perguntou Spencer que ficou travado ao olha pra mim.