Contornei com o indicador a borboleta em seu abdômen.
Seria essa a minha favorita?
Gravadas em sua pele como uma obra de arte.
Alguém seria capaz de escolher apenas uma delas?
Sua voz rouca me trouxe de volta para o quarto. Eu, você e a pequena cama de solteiro. Você repete. É uma pergunta. Não tenho certeza de quantas vezes você já a fez.
Fecho meus olhos e deixo seu cheiro me acolher. Por que me pergunta isso? Eu preciso responder? Me afundo mais em seu peito. Você sabe. Eu sei. É amor. O que mais poderia ser?
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