Numa tela escura, surge ela, no meiondo nada, tão viva, pulsante, dando-me energia, enchendo-me de ternura.
De uma tela sem vida, onde se encontra o vazio do tempo, esta ela, penetrante, cheirosa, intensa como um beijo doce e inebriante.
De uma tela vazia, surge ela, bela e perigosa, entre o infantil e o adulto, fragil e forte.
La está ela, seguindo seu ciclo, seu destino, a rosa que na tela escura surge iluminando e acalentando o coração vazio daquele que um dia, se perdeu e amargurou-se com a dor de um dia sentir, viver, paixão.