Desatendo o coração daquela moça que se cortava,
ela se cortava,
ela se corta,
cortava sua pele,
cortava sua alma,
cortava sua dor pela rais,
ou pelo menos era esse seu alvo, seu corpo não atendia seu comando,
mirando certo com a flecha errada,
mas sem percepção, também cortava as beiradas,
do seu coração,
sem sutura ao alcance daquele desarranje, ela envolvia seu braço numa poesia,
poesia que morreu de asfixia,
enquanto fumava por duas vida.
DIGA NÃO AO SUICÍDIO, VOCÊ NUNCA AESTA SOZINHO !
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Palavras com vidas
PoezjaLEIA - ME. Oi? Eu sou David. E também sou as palavras e as vezes tu não me deixa sair de tua boca, tu não me deixa sair da tua alma. Eu estou ofegante de tanto lutar contra seu medo de me dizer erradamente tentando fazer a coisa certa. Sou sua pri...
