Desde aquela maldita noite eu não sei o que dormir, ver meus pais ali mortos na minha frente foi a pior coisa e por quê não me levaram também?
Acharam que eu ficando sozinha nesse mundo estaria melhor?
Eu sobrevivo apenas, não sei o que é felicidad...
Assim como vocês eu curti cada uma delas, as emoções estiveram no ar e eu só posso agradecer a todas que estão acompanhando Marcas do Passado e de minhas autoras preferidas.
Um enorme beijo a todas.😘
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Carl
Estar nesse clube hoje é coisa da Ana pois quando ela sisma com algo não há Cristo que a faça mudar, ela quer que fique de olho por aqui se caso o Grey corredor apareça com seu irmão.
Não sou nenhum detetive e porra antes dessa tragédia acontecer na vida da minha Fiona eu era um dos parças que vivia pra cima e pra baixo com eles, quer dizer, um pouco mas tínhamos as mesmas vontades.
Sempre sonhamos em montar juntos uma equipe de Trukados e infelizmente para não fazer uma merda com eles eu precisei me afastar, os Grey's são muito unidos e porra no fundo eu ainda não quero acreditar que eles estejam metidos nisso.
Mas como saber? Não poderia chegar e ir perguntando, então eu preferi sair da vida deles e o pior sair da vida da mulher que mais amei.
Fui um covarde? Sim eu sei que fui, mas como ficar com uma pessoa que a família matou a outra de uma pessoa que tanto gosto? Impossível.
- Hei moço - alguém me chama.
- Oi moleque - olho pra ele - o que foi?
- Tem uma pessoa querendo falar com você e está te esperando no vestiário masculino - fala rápido.
- A mim? Vocês tem certeza?
- Moço o único grandão e fortão assim parecendo o super homem é você - fala engraçado.
- Isso só pode ser coisa da Fiona - digo em voz alta - tudo bem garotos estou indo lá, obrigado.
Saio rindo do jeito que Ana aprontou com os garotos, eu só imagino o que ela não deve ter falado pra eles virem até mim, porra parecer com o super homem? - começo a rir.
Mas logo no vestiário masculino que a doida quer me ver? No mínimo deve estar vestida igual a um e querendo saber se já consegui alguma coisa pra ela.
Não demora muito e chego ao lugar de encontro, abro a porta e entro chamando por ela mas a criatura não me responde, só que para o meu desespero maior vejo a única pessoa que não esperava ver.
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- Oi Carl - sua voz é doce.
- Mia ? - digo surpreso - o que você está fazendo aqui?
- Usei de alguns métodos para trazer você até aqui - vai se aproximando.
Seguro na maçaneta pra abrir a porta e a porra está fechada por fora, mas o que é isso? Os moleques - penso - Mia fez essa merda toda e agora estamos presos aqui.