[EM REVISÃO] Embora o nome da família Jung rendesse tantos benefícios, Hoseok odiava que tudo se resumisse a isso. Como se fosse incapaz de conquistar algo sozinho, como se fosse apenas um fantoche por trás dos negócios de seu pai. Estava fadado a s...
oii!! o capítulo a seguir expõe um pouco mais do passado de um dos personagens que sofreu com um relacionamento abusivo. por favor, se sentirem algum desconforto lendo, pulem para a parte dos diálogos onde a primeira frase está em negrito. CUIDEM de vcs!!! 💛
deixa um votinho, por favor! 👬
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"Não me lembro da última vez que eu abri os meus olhos para ver o mundo tão belo. E eu construí uma gaiola para me esconder, estou me escondendo, estou tentando lutar contra a noite."
Warrior - Aurora
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Na segunda-feira, a brisa gelada já não era tão incômoda, mas o clima continuava imprevisível e mudando a cada momento. Do jeito que estava, era difícil prever o que viria a seguir.
Antes de sair, Taehyung optou por vestir uma camisa de frio preta com mangas longas, o suficientes para cobrir as mãos. Mais cedo, ele enviou uma mensagem para Jimin, dizendo que precisava conversar um pouco e fez questão de reforçar que não era tão importante. No entanto, ainda não sabia como abordar o assunto ou mesmo se teria coragem de fazê-lo. Ele só sabia que sentia uma necessidade intensa de conversar, de se distrair e de ignorar os seus pensamentos por um tempo.
Park Jimin, por sua vez, pediu ao amigo que viesse para o apartamento o mais rápido possível. Embora fosse apenas uma mensagem simples, Taehyung sentia uma certa necessidade por trás de suas poucas palavras.
Foi por isso que, quando chegou ao condomínio, Kim subiu até o sexto andar sem problema algum. E bastou apenas três batidas na porta para que fosse atendido.
— Oi, Tae.
Quando notou a apatia alheia, Taehyung franziu o cenho e entrou. Ele observou silenciosamente um Jimin todo desarrumado e para alguém que prezava tanto a própria aparência, isso genuinamente preocupava. Ele usava o pijama que havia ganhado da avó do Kim, tinha os cabelos desgrenhados e a expressão pálida, além dos lábios rachados e os olhos fundos entregando a noite mal dormida.
Jimin sequer apareceu na universidade naquela manhã, Tae sabia disso, mas estava tão aéreo que sequer cogitou perguntar se o melhor amigo estava bem. Por um instante, se culpou pela falta de atenção.
Sentindo-se verdadeiramente preocupado, Taehyung acariciou o rosto do melhor amigo e o puxou para um abraço, quente e apertado. Era tão nítido que algo estava errado.
Porque o sorridente e atencioso Park Jimin estava muito abalado.
— Me conta o que foi que aconteceu, Jiminnie.
O mais baixo suspirou e apertou ainda mais o abraço, negando com a cabeça em seguida.
ㅡ Tá com fome? Eu fiz comida, só não sei se tá gostoso.