3 - Primeiro dia no emprego novo

48 3 0
                                    

Já estava no jatinho do bilionário arrumando algumas coisas na cozinha, quando chega minha parceira de trabalho.

Mais pra piranha de trabalho.

- Oi meu nome é Polly. - diz com um sorriso.

Vamos lá Tay voz falsa ligado.

- Oi sou Thaylla mais pode me chamar só de Tay.

- Você viu como ele é bonito? Tô doida pra dar pra ele vai que ele gosta de mim.

- É vai que gosta.

Essa menina é burra, acho que o ditado loira burra acabo de se tornar real.

Davi entra com aquela roupa que marcava todo o seu corpão e deixava ele muito sexy.

- Gostosa. - digo dando um tapa na sua bunda quando ele passo.

- Isso é assédio.

- Se tu não gostasse de homem eu ia te comer todinho com essa roupa.

- Que isso gente. - diz entrando na cabine do piloto.

Ouço a voz do Davi ecoar por todo o avião avisando que éramos pra sentar nos nossos assentos pois íamos decolar, e assim faço.

***

Já estávamos no céu e minha "amiga" estava se dando pro cara.

Só por que ele tem dinheiro e é novo que tem que ficar dando o cú pra ele.

Ele a leva pro quarto do avião e segundos depois começo a ouvir seus gemidos altos por todo o avião.

- Eu não mereço isso. - digo bebendo uma dose de vodka.

Depois de algum tempo não ouço mais os gritos escandalosos da Polly.

Meu Deus ele mato ela.

Pelo menos é menos um asno no mundo.

- O garota me traz um whisky!! - grita o homem loiro.

Paciência

Coloco o conteúdo no copo e vou levar a bebida pro meu chefe e quando estou chegando ouço ele falar algo sobre a Polly.

- Não serve nem pra trepar essa puta. - diz mechendo no telefone.

Isso até eu percebi.

Chego perto dele e meu coração gela mais minha cara não muda.

Tenho esse dão de estar uma coisas por dentro e não deixar demostrar pro fora.

Era o garoto do terno que eu sujei de açaí.

Ele me olha com malícia no olhar, e me fita de cima a baixo.

- Que destino bom. - diz sorrindo pra mim.

- Aqui está o seu whisky. - digo colocando na mesa a sua frente e me virando pra sair.

- Quero mais uma coisas. - diz e paro.

- O que deseja Sr?

- Quero estrogonofe de frango.

- Não temos.

- Claro que temos.

- Só se eu tirar do teu....

Respira Thaylla respira.

- Não temos. - digo e ele parece estar se divertindo por me deixar irritada.

- Então me arruma algo pra comer, pode ser maminha ou rabanada.

Maminha? Faça o favor.

- Não temos nenhum dos dois, temos hambúrguer, batata e Coca-cola.

- Perfeito, pode trazer mais tem certeza que não tem rabanada?

- Se tivesse eu falaria, com licença Sr.

Sinto minha bunda arder pelo motivo dele está secando a, levo tudo que ele pediu e vou falar com o Davi antes que ficasse doida, falei pra ele que o garoto era ele e ele começo a rir.

- Quase falei pra ele que só ia ter no cú dele. - digo.

- Você é doida mesmo.

- Se ele vier de gracinha não vou aguentar.

- Você precisa desse emprego então se controla.

- Não seu se....

- Garota vem aqui!! - grita aquele imprestável.

- Eu não vou aquenta ele. - digo choramingando.

- Força amiga, e se controla.

Vou até aquele ser insuportável e vejo que ele já terminou o seu lanche.

- Meu nome não é garota. - digo.

- Então qual é? - pergunta com aquele mesmo sorriso.

Nossa que tática ridículo.

- O que deseja Sr?

- Saber o seu nome.

- Descubra.

- Vou te chamar de pudinzinho. - ele diz e reviro os olhos. - Pudinzinho traga mais refri.

Saio e pego o maldito refrigerante e entrego pra ele, e volto com a bela notícia que vamos pousar.

***

- Terra firme graças. - digo saindo do avião com o Davi.

- Vamos fazer o que se só vamos voltar pra casa amanhã? - pergunta Davi.

- Vamos pra uma balada. - digo. - Nunca fui numa balada do Canadá.

- Mais nada de beber de mais acordamos sedo amanhã.

- Te amo . - digo o abraçando.

Olho pro lado e o...

Não seu o nome dele então vou chamar de... Babaca, perfeita pra ele.

...Babaca estava falando com Polly, que saiu chorando igual um bebê querendo leite, quando ele olha pra mim dá uma piscada e eu sorriso.

- O chefinha gosto de você. - diz Davi atrás de mim e reviro os olhos.

- Ele vai gosta Jajá da minha mão na cara dele.

Chega um homem que paresia ter umas 26 anos, de cabelos pretos, com estatura forte e moreno com um termo bem alinhado e abraça o Babaca.

- Davi olha, quem é? - pergunto.

- Sei lá mais vamos logo tenho que deitar. - diz Davi me puxando e não deixando eu ver o rosto do cara.

Uma Comissária Sem PaciênciaOnde histórias criam vida. Descubra agora