E depois do caos do dia,
Sento-me em silêncio.
Ainda escuto o som dos carros,
Dos ônibus,
Trens,
As pessoas gritando na rua
E quando não,
Falam alto.
Vendas, pedidos, conversas...
Vejo os beijos de despedida
E os de reencontro.
A tristeza no olhar daqueles que já
Não tem mais nada a perder
E o desespero daqueles
Que fizeram algo errado.
Tomo algo
E tudo para.
Adormeço.
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Recomeço
PoetryAinda sou a poesia que se esconde em lugares inimagináveis ou nos lugares mais óbvios, bem debaixo do seu nariz. A única coisa que tem que se fazer, é me achar.