Percebo que há muitos lados da história,
Há muitos nas memórias
De quem os de fato viveu.
Nunca saber se encontrará o ponto certo de vista,
Ou o lado certo.
Talvez todos sejam incompreendidos,
Por isso são tão despidos,
Um tanto traiçoeiros,
Um tanto ambulantes,
Sorridentes, mas cheios de pendências consigo mesmos.
Meio a meio,
Não se sabe o correto
No entanto,
O encanto por um dos seres, é concreto.
Penso em ser muito,
Provavelmente serei nada.
Sou tão minúsculo que me sinto como o menor ser do universo.
Ah, será que realmente saberei viver?
Creio que estou a descer este poço,
E logo mais me encontrarei lá embaixo,
Cabisbaixo, desolado.
É tudo tão confuso,
Que me sinto um intruso
Nesse mundo tão fútil,
E tão desconhecido.
Tantos pesares
Andares
E sonolências,
Me vejo agora aqui, sem nenhuma paciência.
Não mais desejo suportar tudo,
Não mais lido, não mais carrego culpa.
Se essa for a tua desculpa, a desfaça.
