Olá, pessoal! Tudo bem? (Hoje não é exatamente a pergunta que os educados responderiam, mas se quiserem, fiquem à vontade para responder... eu não me importo ❤) Eu realmente gostaria de saber o que estão achando da história até aqui. Lembrem-se, é minha primeira tentativa, então qualquer feedback é bem-vindo kkkk 🙃❤ (agora, de verdade, educados, fiquem à vontade para responder com sinceridade 😉). Vamos ver o que as amigas da Sakura estão aprontando enquanto ela, digamos, é "raptada" pelo Sasuke kkkk 😅😉 Enfim... Vamos ao capítulo de hoje 😁 bjo Liv 😘
O som suave da música ambiente e a luz suave da manhã não eram suficientes para disfarçar o cansaço que Ino sentia. A balada da noite passada ainda reverberava em sua mente, e a preocupação com Sakura só aumentava. A amiga havia desaparecido da clínica sem mais nem menos, e Ino, com sua personalidade inquieta, sabia que algo não estava certo. No entanto, tinha fé em Sasuke. Ele era o tipo de homem que cumpria o que prometia, e se ele havia dito que cuidaria de Sakura, Ino acreditava que ele faria isso de maneira impecável.
Ela se levantou rapidamente, se espreguiçou e vestiu-se, arrumando-se para o trabalho. O calor da clínica e a pressão de lidar com emergências não a faziam esquecer do que acontecia com sua amiga, mas ela sabia que seu papel ali era outro: cuidar dos pacientes e garantir que a clínica continuasse funcionando normalmente.
Quando chegou à clínica, Ino encontrou as meninas já conversando. Sakura, obviamente, não estava entre elas. Ino sentiu um aperto no peito, mas forçou-se a sorrir para não demonstrar sua preocupação. Sasuke deveria estar cuidando dela.
Enquanto conversavam sobre os atendimentos do dia, Ino procurava distração. Ela sabia que estava apenas adiando o momento em que precisaria se debruçar sobre os sentimentos de preocupação. As meninas, apesar de também estarem com um olhar preocupado, não falavam muito sobre Sakura. A aposta entre os dois, Sasuke e Sakura, parecia ter ocupado mais espaço nas conversas, mas Ino ainda não conseguia deixar de lado a imagem da amiga, à mercê de suas emoções.
Foi então que o chamado de uma emergência interrompeu seus pensamentos. Ino rapidamente despediu-se das meninas e seguiu para sua sala de atendimento, onde uma nova situação precisava de sua atenção. No entanto, ao entrar na sala, ela não esperava encontrar Gaara. Ele estava sentado calmamente na cadeira, com seus olhos penetrantes observando-a de forma inquietante. Ele era amigo de Neji e irmão de Temari, mas o que ele estava fazendo ali?
– Oi, Gaara, qual é a emergência? – Ino perguntou com um sorriso forçado, tentando disfarçar o estranhamento da situação.
Gaara não estava segurando nenhum animal, e Ino franziu a testa. Talvez o paciente estivesse lá fora, mas a impressão que ela tinha era que algo estava errado. Ele estava ali por outro motivo.
– A emergência sou eu, Ino – Gaara disse, sem rodeios, com a voz calma, mas firme. – Eu ouvi vocês conversando ontem, na balada. Ouvi a Sakura chorando. E sei que tem algo errado. Não vou esperar mais. Quero saber o que está acontecendo. Me conta agora.
Ino estremeceu. Gaara, com sua postura calma e ameaçadora, não parecia o tipo de pessoa que aceitava mentiras ou evasivas. A preocupação e o medo cresceram dentro dela, mas ela ainda tentou manter o controle. Era um reflexo automático: negar o que poderia ser uma vulnerabilidade.
– O quê? – Ino respondeu, tentando se mostrar calma. – Eu não sei do que você está falando, Gaara. Eu estou aqui para trabalhar, se você não tem uma emergência, me dá licença.
Gaara se levantou da cadeira de forma lenta e calculada. Ele se aproximou da porta e, antes que Ino pudesse reagir, trancou-a com um simples movimento da mão. O som da chave girando foi como um estalo, que ecoou no pequeno espaço da sala.
– Não vou sair daqui até você me contar tudo, Ino. – Gaara disse, com uma calma inquietante. – O que está acontecendo? O que vocês estão escondendo? Vai morrer se contar?
Ino sentiu um nó na garganta. A pressão estava aumentando. Gaara não ia embora até obter uma resposta, e ela sabia que não podia enganá-lo por muito tempo. Seus pensamentos estavam acelerados, buscando uma saída, mas sabia que não tinha muito o que fazer. Aquilo era inevitável.
Ela tentou resistir, mas as palavras escaparam.
– Primeiro, eu não sou obrigada a contar nada para você. – Ino tentou se manter firme. – E, segundo, você não sabe o que está pedindo. Se eu te contar, você pode ter certeza de que Temari me mata. Ela é a nossa amiga mais perigosa, e eu não sei o que seria de mim se ela souber que eu falei.
Gaara não parecia se abalar com a ameaça. Seu olhar permanecia fixo nela, observando cada reação, cada palavra. Ele queria a verdade, e não se importava com o preço que tivesse que pagar para obtê-la.
– Eu não saio daqui até você me contar tudo. Ou você me fala a verdade ou eu vou continuar aqui até convencer você. – A voz dele era calma, mas determinada.
Ino olhou para ele, respirando fundo. Não havia mais como fugir da situação. Ela sabia que Gaara não estava brincando. Sentiu uma onda de frustração e impotência. Era um misto de irritação consigo mesma e de preocupação com Sakura. Não queria que ninguém soubesse o que estava acontecendo com sua amiga, mas também sabia que não podia continuar escondendo tudo.
– Tá bom, Gaara! Eu te conto. Mas, não vai gostar. – Ino suspirou, derrotada. – Eu e as meninas... somos BVL. E aquele ruivo, o Sasori, tentou pegar a Sakura no passado, mas ela ficou com medo dele, então nada aconteceu. Agora, no entanto, a situação é diferente. Ela quer, mas ele não quer. É por isso que ela estava chorando. Ela sempre foi mais sensível do que parece. Mesmo que ela pareça forte, por dentro, ela é mais frágil que qualquer um de nós. E é isso que está acontecendo, Gaara. Satisfeito?
Gaara parecia estar absorvendo as palavras de Ino. Ele não se mexeu, apenas permaneceu em silêncio. Finalmente, após um momento que pareceu uma eternidade, ele falou:
– Obrigado, Ino. Agora eu entendo. Não se preocupe, vou pedir para minha irmã não te matar. – Ele olhou para ela, como se estivesse fazendo um favor, e deu um meio sorriso. – Até logo.
Antes que Ino pudesse responder, ele já havia aberto a porta e saído, deixando-a sozinha na sala, com uma mistura de alívio e apreensão no peito. Ela sentou-se na cadeira, sentindo uma onda de cansaço. O que ela havia acabado de fazer? Ela mentiu, mas, de certa forma, ainda protegia Sakura. Ela sabia que a amiga precisava de privacidade para lidar com seus sentimentos, mas, ao mesmo tempo, não conseguia evitar a sensação de que a verdade estava se espalhando cada vez mais rápido.
Com o coração acelerado, Ino correu até as meninas, querendo garantir que nenhuma delas fosse desmentir sua versão da história. Ela sabia que, se alguém falasse a verdade, tudo poderia desmoronar. A mentira tinha sido necessária para proteger Sakura, mas Ino não sabia por quanto tempo poderia continuar sustentando isso.
Capítulo 8 finalizado, meus amores ❤ Prometi que ia ser maior, e aí está! Sei que as coisas estão ficando intensas, e no próximo capítulo a pressão vai aumentar. Fiquem ligados, porque a história ainda tem muito a revelar! 😉 Beijos! Liv 😘
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As Veterinárias E Os Empresários [Reescrevendo]
Romance[TERMINADA] Cinco amigas veterinárias - Sakura, Ino, Hinata, Temari e Tenten - carregam cicatrizes de relacionamentos abusivos e têm dificuldade em confiar novamente no amor. Já os cinco empresários, Sasuke, Gaara, Naruto, Neji e Shikamaru, enfrenta...