Adam Reat é um dos muitos clientes fiéis da minha empresa, sempre que precisa de um advogado vem até nós e procura por mim, uma vez que já o defendie ganhei o caso antes.
Adam era loiro e tinha em média trinta e nove anos, era viúvo de uma linda mulata, quando a ela passava era de babar, acho que até mesmo mulheres gostariam de ter ela por pelo menos uma noite.
Mas a garota morreu em um acidente de avião a cinco anos, desde então Adam tem tudo casos e mais casos com a bebida e mulheres dispensáveis, isto acabou afetando seu trabalho, me dando ainda mais serviço.
Em uma noite, na qual eu estava recolhendo fatos, provas e discutindo meios de ganho sobre o problema com o mesmo, Adam Reat tentou me beijar.
Naquela época era devota a meu marido traidor, mas acabei acordando do mundo da fantasia em que vivia.
Agora, sentada atrás da minha cadeira ouvindo Adam contar como se meteu em mais uma furada, eu estava disposta a devolver o beijo e recompensar pelos chiliques que dei.
Adam era alto, olhos castanhos, pele bronzeada, ombros malhados e cabelos loiros, uma perdição em forma de homem.
- Ele é um fascista - disse aborrecido.
- Não - discordei - O termo fascista não pode ser usado como adjetivo para uma pessoa. Foi criado na Itália em 1922, trata-se de um governo que usa a força para se beneficiar e …
- que se foda - disse alterado se levantando - quero ele atrás das grades.
- Talvez o tenha atrás das grades ou talvez você vá para trás das mesmas! - concluí - O problema é que ele tentou tirar algo de você, porque tirou algo dele.
- Sélia nunca foi dele!
- Talvez não, mas tirou a mulher que ele amava, aposto que ele deve ter uma cota de provas contra você. Senhor Reat. Use a cabeça e engula a porra do orgulho …
- orgulho? Eu vou perder minha empresa sua neurótica.
- Sim se continuar com está atitude - revirei os olhos - tente falar com o babaca, vamos trabalhar em conseguir provas para depois atacar. E sim eu sou neurótica, mas até agora ganhei milhões para você, então senta na porra da cadeira e me escuta.
Adam me encarou estupefato, mas obedeceu e se sentou na cadeira.
- Como pretende ganhar provas?
- Ataques silenciosos, no seu histórico consta que participou do clube de teatro da escola - disse encarando os papéis.
Adam pareceu ressabiado mas acentiu.
- Ok. Então temos tudo que precisamos. Vou ligar pra você durante a semana e dizer o que deve fazer. Até lá compre um gravador com frequência supersônica.
- Não podemos colocar tudo em dia hoje?
- Não, tudo tem de parecer uma grande considencia, preciso pesquisar e falar com informantes antes de você agir, não faça nada sem minha aprovação. Tenho tudo estruturado em minha mente.
- Ok - disse ele com um sorrisinho de canto - mulheres deveriam ser mais autorias não acha?
- talvez - devolvi o sorriso, me levantei e fui lentamente ate a porta, o mesmo se levantou esperando que eu a abrisse, mas ao invés disto eu a tranquei e fui em sua direção - Gosta de mulheres que sabem o que querem?
- Quem não gosta ? - disse colocando as mãos na minha cintura.
Infiltrei minha mão pelo meio de nós e toquei suavemente o meio de suas pernas, o volume começou a aumentar e eu comecei a apertar mais.
- Boa resposta - disse encarando o lugar onde minha mão estava - Que me fode?
Ele pareceu se engasgar com a própria saliva, mas não me decepcionou.
Me agarrou com jeito e me beijou agressivo, suas mãos agora puxando meu vestido para cima. Eu estava sem calcinha por conta do ataque de Jece hoje pela manhã, mas meu fogo estava acesso e eu queria ser fodida.
Adam ao notar a falta da peça, correu os dedos pelos lábios melados e infiltrou um dedo por entre eles, me masturbando de leve.
- Vim pro escritório com vontade de ser fodida, queria que alguém me comesse, decidi facilitar o processo… ah… isso aí... Mais forte - pedi quando seus dedos entraram em mim - Eu não quero seus dedos, isso eu tenho, quero seu pau em mim, me rasgando, me fazendo gemer.
- Então vamos fazer um acordo - disse me torturando com os dedos, diminuindo a frequência, comecei a rebolar nos mesmos querendo levar mais para dentro - Ah, sua safada, cavolga nos meus dedos. Isso assim! - disse enquanto eu rebolava ensandecida em seus dedos ágeis - Eu te chupo gostoso, aí você vai ter que me chupa sua cadela, depois, no nosso próximo encontro, eu meto até às bolas nessa boceta gulosa do caralho !
- Ah… Ouvi que a espera torna tudo melhor - respondi segurando seu pulso e o puxando para fora de mim.
Adam ficou confuso com o ato, mas ligo que cai de joelhos na sua frente o mesmo entendeu. Desabotoei a sua calça sem tirar os olhos dos dele.
Quando seu pau foi libertado, vi as veias e a protuberância, ele era grande e sua cabeça rosada me rasgaria assim que passasse pelos meus lábios em direção a minha vulva, gemi baixinho.
- É sua safada você quer ele dentro de você né? - perguntou e eu apenas lambi sua cabeça rosada acentindo - mas só depois - disse ele pegando o pau na base para logo em seguida bater o mesmo na minha cara, gemi e ele bateu novamente, novamente e novamente - Sua putinha imunda, seu marido não te deu pau foi?
- Me fodeu de jeito a noite inteira e a manhã também - disse lambendo o lábio - mas me traiu então eu traio ele também.
Ele sorriu gélido e eu o abocanhei com vontade, levando o mesmo até o fundo da garganta, engasguei e o mesmo gemeu baixo agarrando meus cabelos.
- Isso vadia, se me fizer gozar gostoso na sua boquinha eu te faço gozar ainda mais na minha boca.
- Eu vou engolir seu sêmen, será que é salgado e quente? - provoquei em uma das vezes que o tirei da boca e usei as mãos.
- Caralho sua gostosa, me fode com essa boca gulosa, porra a boceta também é gulosa! - disse ele me empatando minha boca em seu pau - sua boceta vai me ordenhar quando eu invadir ela - disse ele me fazendo gemer, levei as mãos até meu centro necessitado e comecei a me masturbar - isso porra, se toca, só não goza porque eu quero te chupa.
- Não vai mesmo me foder com seu pau hoje?
- Ah… não… porra isso vai ser difícil mas não - disse ele empurrando seu pau pulsante na minha boca - você me fez ir pro seu banheiro pra me masturbar na porra do jantar com o seu marido, um mês atrás, então esse vai ser o seu castigo.
- O que?
- Gosto como seus seios ficam quando não está de sutiã, usando a porra de um vestido curto e justo, fica pouco pra imaginação, mas faz maravilhas com a mente perversa de um homem.
Chupei forte, gostava quando me elogiavam, meu marido era influente e lutava box, mas mesmo assim Adam foi pra minha casa e se masturbou no meu banheiro pensando em me foder.
Senti o mesmo engrossar em minha boca e logo o líquido quente e salgado estava em minha língua.
- ohhh… ahhh… isso que boca maravilhosa!
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Sem Compromisso
RomanceGrace Ashley é uma renomada Advogada, defende os malvados pois o ganho é maior, não se importa de passar por cima de quem for para ter o que quer. Mas agora Grace está prestes a conhecer o outro lado das coisas. Um lado sem compromisso, um lado suj...