• 31 •

2.6K 239 189
                                    

🛑 Antes de lerem o capítulo, Prestem atenção aqui rapidinho 🛑

Gostaria de lembrá-los que essa fanfic NÃO é de minha autoria, e isso significa o que? Exatamente, não foi eu quem escrevi, aqui eu só faço a adaptação. Portanto, todos os créditos e elogios devem ser referidos a autora original da obra. O perfil dela está na Bio da fanfic e no primeiro capítulo, vão no perfil dela, ela escreve umas estórias maravilhosas, acho que isso vocês já perceberam aqui, não é mesmo? Kkk

Era só isso mesmo 😊

Boa leitura e xêro na bunda 😘  

•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•

– Onde estou? – Jennie pergunta quando o capuz preto é retirado de sua cabeça

– Bem-vinda ao Cadmus... – A voz que Jennie reconhecia tão bem ressoa no ambiente, fazendo a mulher voltar sua atenção, procurando a fonte dele – Irmãzinha... – A voz de Yeojun acompanhada de seu sorriso presunçoso volta a perturbar Jennie. Há quantotempo que não via seu irmão. Parece que fantasmas existem afinal...

– Yeojun...então, era aqui que se esconde esse tempo inteiro para fugir da prisão?

– Como adivinhou? – A voz irônica ecoava pelos ouvidos de Jennie como uma orquestra no ápice de seu musical. A coreana nunca odiou música clássica tanto quanto agora, com essa comparação – Soltem ela – Ordena e, então, os capangas desamarram a Kim mais nova, que levanta-se da cadeira para encarar o irmão

Yeojun não havia mudado em nada, tirando a cabeça raspada, a barba continuava bem feita, o terno alinhado, sapatos devidamente engraxados...e, claro, o sorriso presunçoso dos Kim. Se ainda tivesse algo que Jennie poderia considerar uma mudança, era que ele estava mais cruel e intimidador do que antes. Se a coreana não via mais seu irmão mais velho naquele homem, agora, ela não sabia quem via

– O que quer comigo, Yeojun?

– Você não queria participar do Cadmus? Então...precisamos dos seus serviços – Ele fala e começa a andar pelos corredores. Jennie entendeu que era para segui-lo, então, assim fez

– Não pensei que era assim que o Cadmus funcionava...troca de favores

– E não é – Admite – Mas você está em período probatório, então, funcionará assim. Você faz o que pedimos, deixamos você usar os equipamentos para o que quer que seja que deseja fazer com eles – Ele fala abrindo a porta para o grande laboratório. A nerd interior de Jennie não pôde deixar de ficar empolgada. Aquele era o laboratório mais completo que já havia visto, perdia apenas para o seu na K-Corp – Precisamos que faça uma pequena análise...

– Análise? – Jennie pergunta enquanto Yeojun senta no banco giratório que ficava entre o balcão com o microscópio e gira-se no mesmo, quase como uma criança, uma criança assustadora, e para sua brincadeira, apenas para encarar a irmã.

– Uma análise. Quero que estude o DNA humano que tem nas amostras e faça as anotações de acordo com os critérios estabelecidos no computador – Ele fala e aponta para o eletrônico – Tem até o fim do dia

– Mas é a noite – Jennie fala não entendendo o prazo estipulado

– É? – Ele pergunta erguendo uma sobrancelha e com outro sorriso presunçoso

– Você me sequestrou por um dia?

– É assim que irá funcionará até ter nossa confiança – Ele levantando-se – Use o jaleco, aqui ainda respeitamos algumas leis – Ele fala e sai da sala, deixando Jennie ali sozinha, com mais dúvidas que respostas. Entretanto, tudo tinha que começar de algum ponto, então...desculpando-se mentalmente com Rosé, por estar, provavelmente, ferindo alguma lei, vestiu o jaleco e foi até o computador observar os critérios que ele queria, puxando o banquinho, ela senta-se e observa que paralelo a pasta do computador, havia uma pasta escrito "Suas músicas". Yeojun ao menos lembrava que Jennie só trabalhava movida a música, então...com um sorriso, a CEO clicou na playlist e com Led Zeppelin de fundo, começou sua análise.

• O Acordo •Onde histórias criam vida. Descubra agora