Na Solidão Clamei em versos

Na Solidão Clamei em versos

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WpMetadataNoticeLast published Mon, Apr 6, 2026
Quem nunca fechou os olhos e se perdeu numa aventura em sua cabeça? Ou Quem nunca fechou os olhos na esperança de quando os abrir a realidade fosse apenas uma mentira? Ou Quem nunca fechou os olhos pra se sentir longe de tudo e poder chorar em paz? Ou quem nunca preferiu estar calado porque ninguém podia entender exatamente como está na sua cabeça? Na voz do silêncio eu me encontrei Foi na voz do silêncio que tudo isto criei Podem até não gostar, mas foi por causa de tanto silêncio Que em versos e em poesias, o meu mundo interior eu vos mostrei.
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Aquelas tuas palavras caíram sobre mim como meteoros súbitos na noite. A queda foi rápida, o barranco não muito profundo. A descida, porém, não foi das mais suaves. Qual são os preços pagos das lições aprendidas? É um risco que ocorre, Agulha contra o vidro, Eu tenho um bom punhado de assombrações que me acompanham, me sussurram desesperos [...] Era como se eu estivesse invisível. Tão mudo o escuro que o menor cochicho Na amplitude do silêncio é engrandecido Como cansa sentir tudo e não mais sentir nada! Não pense que não sei nada do mundo para entender. Reunindo 4 poemas e 6 contos, entre a prosa e a poesia, Paredes Invisíveis é um retrato de cacos quebrados além dos sentidos, pequeno relicário de um milhão de gotas de dolorosas melancolias. Quais os riscos que corremos? O que encontrar na escuridão? Quem nos espera e quem nos envenena? Por qual caminho seguir se não vemos sentido em tudo isso? São muitos, são muitos os vidros. Você aprende a conviver com eles. É preciso.

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