Na Solidão Clamei em versos

Na Solidão Clamei em versos

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WpMetadataNoticeLast published Mon, Apr 6, 2026
Quem nunca fechou os olhos e se perdeu numa aventura em sua cabeça? Ou Quem nunca fechou os olhos na esperança de quando os abrir a realidade fosse apenas uma mentira? Ou Quem nunca fechou os olhos pra se sentir longe de tudo e poder chorar em paz? Ou quem nunca preferiu estar calado porque ninguém podia entender exatamente como está na sua cabeça? Na voz do silêncio eu me encontrei Foi na voz do silêncio que tudo isto criei Podem até não gostar, mas foi por causa de tanto silêncio Que em versos e em poesias, o meu mundo interior eu vos mostrei.
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O vento rasga o tecido da realidade O gemido dos trovões partem montanhas As lágrimas das nuvens molham corações O grito das estrelas silencia o mundo A imortalidade do universo fecha os olhos dos mortais. Gritos de agonía podem ser ouvidos O silêncio que me sufoca É o mesmo que me faz intocável As lágrimas que abafa meus gritos É a mesma que me mantém no inferno Eu deixei de sentir dor, quando você me roubou, o coração. Nada é real Minha realidade é a fantasia É a poesia. Galáxias se produzem, se formam Planetas se chocam Estrelas se apagam Nuvens se desfazem Nada é tão real quanto o acreditar. Minha poesía não é para militante É para visitantes Eu sou você, Você sou eu Minha dor, eu compartilho. Se você acha que pode viver e sobreviver em um mundo de espinhos, venha, Eu ansiosamente espero por conhecer seus pensamentos mais sombrios. Poesía É minha alma atormentada É meu coração acorrentado Meus pés sangram Meus olhos se fecham Eu vivo Na Poesía.

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