A planície do escancaro
Do banho, a água perante o organismo não basta, é preciso estar submerso por lágrimas rasas de um, se, então ao ensaboar-se, surge um peralta num corcel esbravejante de poesias de cordel, bordel e baús, seja eu mesmo. Achando o tal astro rei, na verdade, a mosca que rodeia os pratos, de voz desafinada, seja o próximo Sinatra, ou então, um sujeito normal que banha-se como todo sujeito, de que horripilante, também é normal.
Da janela, um grito didático por cambalache não mata a tiros o francês, mas apenas o brasileiro que esperava por revólveres. Miúdo, o sujeito normal se tranca no banheiro, rendido às lágrimas rasas, ao e se, porquê, canto, morte, ao frágil, escancaro e a beleza do que é súbito passando ligeiro.
Após minutos, o vapor torna-se ar e água fervente vapor, o sujeito normal espera com pentes seus cabelos, apenas como sujeito normal.